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Greve de fame pola liberdade de expressom

Várias dúzias de militantes de NÓS-UP iniciam 28 de Novembro no local comarcal desta organizaçom em Compostela umha greve de fame para exigir a modificaçom da "Ordenança Geral de Meio Ambiente Urbano", e o final da repressom que as organizaçons populares em geral, e o MLNG em particular, padece por parte do governo municipal da capital da Galiza por exercer a liberdade de expressom.
Para arroupar o início desta acçom está convocada umha concentraçom às 20.30 horas na Porta do Caminho na que intervirá Igor Lugris, em nome da Direcçom Comarcal, que forma parte da primeira quenda de grevistas que secunda esta espectacular iniciativa.

A continuaçom apresentamos a tabela reivindicativa que NÓS-UP vem defendendo desde há vários anos no Concelho sem obter mais resposta que o silêncio e a repressom, assim como o comunicado da organizaçom unitária, plural e de massas informando da medida.

O jornal El Correo Gallego, -seguindo a tónica habitual de intoxicaçom e criminalizaçom da esquerda independentista-, intitulava na sua ediçom de sábado 23 de Novembro "Inician una huelga de hambre para que les dejen hacer pintadas" numha grosseira manipulaçom do motivo do protesto e objectivos políticos que persegue.

www.primeiralinha.org levará um seguimento da greve e manifesta o seu incondicional apoio e solidariedade com @s grevistas e as suas reivindicaçons.

Para poder solidarizar-se coa iniciativa mandar correios electrónicos a: grevedefame@hotmail.com



TABELA REIVINDICATIVA
POLA LIBERDADE DE EXPRESSOM

1.- Derogaçom dos artigos da "Ordenança municipal de protecçom do meio ambiente urbano" que atentam contra a liberdade de expressom da cidadania proibindo distribuir panfletos, colar cartazes, pintar murais e pendurar faixas.

2.- Supressom do Plano de Vídeo-vigiláncia, que vulnera o direito à intimidade de cada cidadám e cidadá de Compostela.

3.- Dissoluçom do Conselho de Segurança Cidadá, por ser um órgao de planificaçom da repressom policial sobre a populaçom e particularmente sobre o independentismo.

4.- Cesse dos labores repressivos e de controlo social que vem exercendo a Polícia Municipal (cacheios, identificaçons, etc.).

5.- Fomento do associacionismo e da participaçom social permanente, destinando fundos orçamentários anuais às organizaçons populares para que estas podam transmitir à sociedade o seu projecto mediante a ediçom de vozeiros, jornais e outros meios de comunicaçom audio-visuais (rádios, etc.).

6.- Criaçom dumha Rádio e Televisom Municipal para a livre expressom d@s compostelás/ans, em cuja programaçom constarám espaços próprios das organizaçons que assi o solicitem.

7.- Além dos espaços já existentes, habilitamento no casco velho de painéis destinados à colada de cartazes das diferentes organizaçons políticas de Compostela, permitindo que a livre expressom das alternativas políticas se combine com a defesa do nosso património histórico e cultural.

8.- Suspensom das denúncias em curso, e retirada das já apresentadas, contra o mais de meio centenar de vizinh@s encausad@s por exercer a liberdade de expressom.


Compostela, Outubro de 2002