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As
substáncias tóxicas largadas polo Prestige permanecerám
anos na cadeia alimentícia Segundo umha equipa investigadora da Universidade da Corunha, que elaborou um estudo para a comissom de confrarias galegas, os controlos alimentares da Junta da Galiza sobre a toxicidade dos mariscos, peixes e moluscos, carece de rigor e estabelecem limites permissivos de mais quanto ao seu consumo. Além
disso, @s cientistas desconfiam dos dados achegados pola Junta, afirmando
que os níveis de poluiçom por hidrocarburos procedentes
do Prestige som muito superiores aos oficialmente reconhecidos. De facto,
as substáncias cancerigenas detectadas em espécies como
o percebe, o berbigom, a ameija, a navalha, o ouriço e alguns peixes
como o linguado, ficarám na cadeia alimentícia durante muitos
anos. O
relatório científico universitário afirma que a Junta
se precipitou na abertura de zonas de pesca e marisqueio, e lembra que
em casos como o Erika, na Bretanha, a proibiçom de faenar durou
mais de um ano, enquanto na Alaska, aquando a maré negra do Exxon
Valdez, deixou-se de faenar durante quase umha década.
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