As substáncias tóxicas largadas polo Prestige permanecerám anos na cadeia alimentícia
13 de Novembro de 2003

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Segundo umha equipa investigadora da Universidade da Corunha, que elaborou um estudo para a comissom de confrarias galegas, os controlos alimentares da Junta da Galiza sobre a toxicidade dos mariscos, peixes e moluscos, carece de rigor e estabelecem limites permissivos de mais quanto ao seu consumo.

Além disso, @s cientistas desconfiam dos dados achegados pola Junta, afirmando que os níveis de poluiçom por hidrocarburos procedentes do Prestige som muito superiores aos oficialmente reconhecidos. De facto, as substáncias cancerigenas detectadas em espécies como o percebe, o berbigom, a ameija, a navalha, o ouriço e alguns peixes como o linguado, ficarám na cadeia alimentícia durante muitos anos.

O relatório científico universitário afirma que a Junta se precipitou na abertura de zonas de pesca e marisqueio, e lembra que em casos como o Erika, na Bretanha, a proibiçom de faenar durou mais de um ano, enquanto na Alaska, aquando a maré negra do Exxon Valdez, deixou-se de faenar durante quase umha década.