Mais de 120 mil trabalhadoras/es galeg@s nas manifestaçons do 1º de Maio
Numha
das mais numerosas mobilizaçons do Dia do Internacionalismo Proletário
a classe operária galega participou massivamente na dúzia de
mobilizaçons convocadas nas iversas grandes cidades da CAG. A mais
numerosa tivo lugar em Vigo onde mais de 60 mil trabalhadores/as secundárom
a mobilizaçom convocada pola CIG e as centrais espanholas.
Em Corunha e
Ferrol fôrom mais de 15 mil respectivamente. Em Ponte-Vedra perto de
7 mil. Em Ourense 6 mil. Em Compostela 4 mil. Em Vila-Garcia assistírom
3 mil pessoas e em Sam Cibaro das Vinhas concentrarom-se uns centos.
Em
Vigo a CUT e a CGT reunírom a algo mias de 1500 pessoas e a CNT mobilizou
a unscentos
nas diversas concentraçons realizadas em diversos pontos da Galiza.
A guerra imperialista contra o Iraque e a maré negra estivo presente
nas palavras de orde e nas reivindicaçons.
No resto do mundo
cumpre destacar que o 1º de Maio mais numeroso voltou novamente a ser
o de A Havana. Um milhom de trabalhadoras e trabalhadores cuban@s ateigárom
a praça da Revoluçom para seguir a intervençom de Fidel
Castro na que foi denunciada a reactivaçom da permanente agressom ianque
contra Cuba. "Se a fórmula é atacar Cuba como o Iraque
talvez seja esse o último dos ataques fascistas desta administraçom,
porque a luita duraria muito tempo, confrontamdo-se os agressores nom só
a um exército, senom a milhares de exércitos que constantemente
se reproduziriam" afirmou o comandante em chefe da revoluçom cubana
entre os aplausos das massas trabalhadoras concentradas.
Em
Madrid @s trabalhadores/as de Sintel dificultárom o desenvolvimento
da manifestaçom denunciando a traiçom da corrupta burocracia
sindical de CCOO nos acordos contraidos entre o comité de empresa,
o governo, Telefónica e a central sindical. Durante os incidentes foi
agredido José Maria Fidalgo, secretário geral de "Comisiones
Obreras" que tivo que abandonar a manifestaçom escoltado polos
guarda costas da pactista central sindical espanhola.
