BNG condena os últimos acontecimentos em Cuba
26 de Abril

O deputado Guillerme Vásquez, do BNG, apresentou umha iniciativa no Congresso espanhol dos deputados para que se condenem "os últimos acontecimentos em Cuba", em referência ao fusilamento de agentes imperialistas e às penas de prisom contra outros membros das redes mafiosas anti-cubanas financiadas por Miami, no quadro da ameaça explícita ianque de agressom contra Cuba.

A moçom do BNG afirma que em Cuba "a simples opiniom" é considerada "delito", ao tempo que manifesta umha abstracta condena da pena de morte. O BNG quer que o Congresso espanhol "demande ao Governo cubano a reconsideraçom das penas impostas (...) a vários cidadaos polo exercício de direitos democráticos de associaçom, expressom, informaçom ou manifestaçom".

O BNG rompe assim de maneira formal o seu histórico apoio à revoluçom cubana, reclamando umha suposta "abertura democrática" no país, isso sim, mantendo por enquanto a condena do bloqueio dos EEUU.

Resta um mês para as eleiçons municipais.


Fidel Castro resposta a Aznar e Felipe González
26 de Abril

Ante a campanha internacional de condenas contra as medidas excepcionais de autodefesa da revoluçom cubana, campanha a que tem aderido o BNG na Galiza com a sua proposta de condena no Parlamento espanhol, o presidente cubano Fidel Castro lembrou ontem por televisom quem som José Maria Aznar e Felipe González.

Fidel lembrou que apesar da situaçom excepcional de Cuba a poucos quilómetro dos EEUU, no seu país "nom se aplicam execuçons extrajudiciais nem torturas", algo que ele próprio afirmou que aconteceu e acontece em estados europeus, pondo como exemplo as sofridas por membros das Brigadas Vermelhas na Itália e da ETA no Estado espanhol.

Sobre o ex-presidente espanhol, afirmou: "Felipe González, que tanto nos atacou nestes dias, era o chefe do governo espanhol quando dezenas de etarras fôrom executados extrajudicialmente. Dizer que nom conhecia nada era umha declaraçom de tonto ou cínica".

Também lembrou como Aznar alentou a guerra contra a Jugoslávia, dizendo a Bush que "se estamos em guerra, fagamo-la completamente para ganhar".

Fidel confirmou a vontade de luita do seu povo frente ao imperialismo norte-americano que pretende anexá-lo, e afirmou que Cuba "nunca levantará a bandeira branca"


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