Israel continua massacrando a populaçom civil palestiniana
10 de Junho de 2003

Israel pujo em prática mais umha vez o seu conceito de "assassinato selectivo" contra líderes da resistência palestiniana, com um ataque realizado de um helicóptero de fabrico ianque contra ruas da cidade de Gaza. Poucas horas depois, umha nova matança com mísseis ar-terra tinha lugar perto de Gaza.

O alvo inicial do ataque era o líder da organizaçom palestiniana Hamas, Abdel-Aziz Al-Rantissi, que viajava num carro pola cidade palestiniana, numha rua muito concorrida, quando recebeu o impacto de um míssil procedente do ar, podendo felizmente fugir do veículo.

Ante o fracasso do ataque, o helicóptero continuou a disparar até sete mísseis contra todo o que se movia nas ruas adjacentes, matando várias pessoas e deixando crianças com ferimentos graves. Em concreto, morrêrom polo menos duas pessoas, umha mulher que passava pola zona e o guarda-costas de Rantisi, além de resultarem feridas 35 mais, sete das quais estám em estado crítico e umha é um bebé. Fica por confirmar a morte de umha meninha de 10 anos. Um filho do líder palestiniano ficou também com graves feridas.

"Juro por Deus que nom deixaremos um só judeu na Palestina. Vamos luitar com todas as nossas forças. Essa terra é nossa, nom dos judeus", dixo Al-Rantissi, fundador de Hamas, ainda no hospital, em entrevista por telefone à emissora de televisom Al-Jazeera.

Poucas horas depois do ataque citado, três palestinianos morrêrom e 32 ficárom feridos num novo ataque com mísseis de helicópteros sionistas em Jabalija, a norte de Gaza. Os três mortos e as pessoas feridas som novamente alvos civis indiscriminadamente atingidos polo fogo israelita.

Também em Jan Junis foi assassinado um palestiniano por fogo sionista, numha jornada de agressom à populaçom civil árabe após as quatro baixas produzidas por milicianos palestinianos num quartel israelita.

Estes novos "ataques selectivos" evidenciam a natureza do Estado sionista de Israel, principal aliado dos EUA na zona e armado até os dentes polo Tio Sam. Entretanto, a Autoridade Nacional Palestiniana continua a fazer coro com os opressores pedindo o fim da Intifada.



Voltar à página principal