Após
mais de três semanas de constituiçom do novo governo municipal
a simbologia fascista segue presente nas ruas
Centenares de vizinh@s solicitam a retirada do monumento a Franco

A tarde da sexta-feira
20 de Junho Ponte Areas assistiu a umha nova concentraçom popular convocada
pola Plataforma Cidadá pola retirada do monumento a Franco. Mais de
trescentas pessoas secundárom a primeira concentraçom realizada
na vila após a saída do clam Castro da alcaldia.
Durante a mobilizaçom membros da Plataforma tapárom o busto
do genocida e ditador com um plástico preto enquanto soava o hino nacional.
Um par de gaiteiros tocárom diferentes peças populares, entre
elas o Hino do Antigo Reino da Galiza.
A Plataforma difundiu um comunicado explicando as seis medidas que tinham
solicitado o dia anterior no registo municipal e na entrevista mantida com
o novo alcaide, Francisco Candeira, do PSOE.
O cubrimento imediato do busto para evitar que nas tradicionais festas do
"Corpus" seguisse vissível o assassino, e a sua retirada
num prazo máximo de quinze dias num acto popular com actuaçons
musicas e um recital poético. Concretamente a Plataforma propom o sábado
28 de Junho.
Em terceiro lugar solicita a fundiçom do busto para realizar com o
material milhares de pins com os que financiar a recuperaçom do aspecto
original da praça, nomeadamente o tradicional palco de música.
A mudança do rueiro substituindo os nomes fascistas polos aprovados
no Pleno municipal de 15 de Novembro de 1999.
Em quinto lugar a retirada das denúncias contra @s vizinh@s repressaliad@s
por todas as actividades vinculadas à luita contra o fascismo.
E em último termo a modificaçom da Ordenança municipal
que proibe o exercício da liberdade de expressom.
Depois de mais
de três semanas da constituiçom do novo governo municipal do
PSOE, BNG e dos tránsfugas do PP, todo indica que Francisco Candeira
e Roberto Mera nom tenhem presa por eliminar a ignominosa simbologia das ruas
de Ponte Areas.
Ambos políticos participárom na processom do Corpus, acto de
exibiçom do mais rançoso espanholismo e militarismo, acompanhados
polo líder do BNG, José Manuel Beiras. As cousas nom mudam em
Ponte Areas porque o clam Castro já nom ocupe a cadeira principa da
sala de plenos.
A pressom popular deve activar-se para desterrar a simbologia fascista.