Finalmente Soziedad Alkoholica toca o 28 na NASA

Por problemas técnicos a Asociaçom Juvenil Faisca tivo que suspender o concerto previsto para o sábado 26 em Compostela, -proibido polo Concelho de Compostela-, mas que, tal como informamos onte, após negociaçons diversas com salas alternativas, concelhos da comarca e os grupos, estava previsto realizar o domingo.
O grupo basco actuará a segunda-feira 28 de Abril na sala NASA como resposta à ofensiva fascista espanhola que no nosso país, além do PSOE, também conta com o apoio do BNG.

A AA.JJ Faisca realiza o concerto censurado na NASA

Embora o governo municipal de Compostela venha de dar o visto bom à suspensom do concerto que a AA.JJ Faisca e Projecto Global tinham previsto celebrar o sábado 26 de Abril no multiusos do Sar, este vento musical segue adiante.
Descartada a sua realizaçom no pavilhom desportivo dum dos concelhos limítrofes com a capital da Galiza, o concerto terá lugar na Sala Nasa na tarde de domingo 27 de Abril.
Esta agressom contra a liberdade de expressom, -a segunda em menos de quinze dias-, após a proibiçom a AGIR de celebrar na praça dos Bombeiros o concerto contra a guerra imperialista, deve enquadrar-se na política excluinte e seitária, de repressom contra a esquerda independentista, que caracterizou e caracteriza a gestom do governo de coligaçom PSOE-BNG na legislatura que agora finaliza.

Embora nestas duas últimas ocasions tem sido o jornal da extrema-direita compostelana, El Correo Gallego, quem iniciou a campanha de criminalizaçom e intoxicaçom que derivou na proibiçom de ambos eventos polo Concelho, nom é a primeira vez que o PSOE-BNG proibe às entidades do MLNG e aos movimentos populares organizar actividades na via pública ou nom permite utilizar infraestruturas municipais que som geridas com fins e critérios claramente partidários. Sem ir muito longe cumpre lembrar que o governo de coligaçom negou-se a ceder instalaçons municipais, -em Fevereiro de 2002-, para organizar o Foro Social Alternativo, um festival musical, e um local para o alojamento d@s centos de participantes nas mobilizaçons e actividades anti-globalizaçom organizadas pola Plataforma Galega por umha Europa Alternativa, -integrada por mais dumha dúzia de organizaçons-. Esta política reaccionária coincidiu com todas as facilidades emprestadas à reuniom dos ministros de Interior e Justiça da UE em Compostela e coa entrega da cidade aos centos de polícias que impunemente ocupárom a capital da Galiza com o benepláctio de Bugalho e do tandem Encarna-Néstor.
Posteriormente proibiu que NÓS-UP realizara a tradicional cacharela de Sam Joám e fracassou na sua tentativa de proibir que a organizaçom política unitária, plural e de massas da esquerda independentista poidera realizar a festa dio Dia da Pátria do ano passado.

Estas som algumhas das mais recentes proibiçons do PSOE-BNG para realizar actividades políticas, mas nom som nem muito menos as únicas.

O BNG a poucas semanas das eleiçons municipas, numha manobra de confusionismo e oportunismo, pretende aparentar que disinte, que nom concorda com estas práticas que tem aplicado nos últimos quatro anos. As declaraçons realizadas por um concelheiro denunciado e desmarcando-se da censura que "imporia unilateralmente" Bugalho, som pura hipocrisia política para aranhar um punhado de votos entre ingénu@s e incaut@s. Se realmente o BNG mantém umha posiçom favorável à liberdade de expressom e contrária a repressom contra a esquerda independentista porque nestes quatro anos de legislatura nom modificou a Ordenança Geral de Meio Ambiente Urbano, paralisou o plano de video-vigiláncia, condenou a repressom da polícia municipal, retirou as denúncias que condenam a penas de prisom a independentistas por difundir propaganda política, denunciou as campanhas mediático-policiais para criminalizar a alternativa do soberanismo socialista. Em Julho de 2002 foi o BNG quem fijo todo o possível para que NÓS-UP nom poidera realizar a festa do Dia da Pátria. É o BNG quem leva anos dificultando a organizaçom do magusto independentista.

Nom devemos cair na armadilha dos políticos profissionais, dos expertos no engano e na fraude.

Em Compostela, tal com vem denuncando há anos o MLNG, existe umha perseguiçom sistemática da liberdade de expressom, existe umha campanha perfeitamente orquestrada entre a extrema-direita, o PSOE e o BNG para aniquilar o projecto revolucionário da esquerda independentista.

Resulta surpreendente que @s artistas e @s intelectuais "comprometid@s, progressistas e crític@s" mantenham um silêncio cúmplice com os últimos sucessos. Ou é que só é politicamente correcto manifestar-se contra a maré negra e a guerra imperialista?. Onde esta Burla Negra?. Onde estám essas "plataformas cívicas de intelectuais polas liberdades"?

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