A burguesia
galega incrementa os despedimentos
Com respeito
ao ano 2001 os empresários aumentárom em 16.9% os despedimentos
de trabalhadoras e trabalhadores galegos, segundo as estatísticas oficiais
do Ministério de Trabalho e Segurança Social. O ano passado
15.500 assalariad@s fôrom despedid@s dos seus postos de trabalho, atingindo
a cifra mais elevada desde 1993. Estes dados nom contabilizam os expedientes
de suspensom de emprego, nem os de reducçom de jornada.
A Comunidade Autónoma Galega (CAG) tem junto com Extremadura os despedimentos mais baratos do conjunto do Estado, um 42% de média inferior, por mor da sobre-exploraçom que padecemos como classe, como naçom e como mulheres. Temos os salários mais baixos do Estado e a taxa de temporalidade e precariedade mais elevada. A ofensiva permanente da burguesia contra as conquistas adquiridas pola classe operária em décadas de luita e combate, mediante os decretaços e as reformas laborais, provocam que a concentraçom de riqueza e o incremento da taxa de ganho pola burguesia seja umha as características actuais da sociedade galega. A burguesia cada dia que passa é mais rica e o povo trabalhador nom para de ver como se deterioram as suas condiçons de vida.
Despedir a umha
trabalhadora, a um trabalhador, em 1993 custava umha média de 4.450€
frente aos 4.372 actuais. A diferença, -sem contabilizar a inflaçom
nem o "incremento salarial"-, supom milhares de milhons de euros
que recupera a burguesia do suor e a desesperaçom de centenares de
operári@s.