USA VIOLOU OS DIREITOS CIVIS DE CENTENAS DE DETIDOS APÓS O 11 DE SETEMBRO

Arrestos arbitrários, incomunicaçons com maltrato aos detidos, deportaçons a centenas de pessoas sem que pese qualquer cargo legal contra elas, som algumhas práticas habituais por parte dos USA, segundo denuncia Human Rights Watch (HRW) num informe difundido em 14 de Agosto.

O informe afirma que "O Governo dos EEUU nom preservou os valores que o presidente, George W. Bush, dixo que foram atacados no 11 de Setembro", declarou Jamie Fellner, directora do Programa EEUU de Human Rights Watch (HRW).

HRW indica no seu informe que "por volta de 1.200 estrangeir@s fôrom arrestad@s e encarcerad@s em segredo, embora o Governo nom tenha revelado a cifra exacta".

A maioria das pessoas detidas som oriundas de países do Médio Oriente, o sul da Ásia e o norte de África.

"Muitas delas ficárom detidas sem cargos, enquanto lhes era impedido o contacto com advogados e eram submetidas a interrogatórios destinados a coaccionar", salienta o organismo de defesa dos direitos humanos.

"Polo menos, 752 homens estivérom detidos acusados de infringir as leis de imigraçom enquanto o governo continuava a investigá-los", acrescenta HRW no seu informe.

"O Departamento de Justiça pujo de pés para o ar a suposiçom de inocência e mantivo essas pessoas detidas até que decidiu que nom tinham ligaçons com o terrorismo", sustém Human Rights Watch.
"Nengum dos 752 detidos foi acusado por crimes relacionados com o terrorismo, e muitos deles, afinal, fôrom deportados".

O informe documenta casos de detidos nas "razias antiterroristas", que fôrom interrogados por agentes do Gabinete Federal de Investigaçons e o Serviço de Imigraçom em situaçons abusivas.
Human Rights Watch solicitou que o Governo dos EEUU "divulgue de imediato os nomes de todas as pessoas detidas desde o 11 de Setembro em relaçom com a pesquisa do terrorismo", e cancele seu método de "audiências secretas".

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