Aznar realiza umha visita relámpago à Corunha

Entre grandes medidas de segurança, o presidente do governo espanhol José Maria Aznar estivo o sábado 14 de Dezembro três horas fechado na torre de controlo do porto da Corunha mantendo contactos com diversas autoridades autonómicas e estatais e co presidente da cámara da cidade herculina Francisco Vázquez (PSOE).
Embora esta visita nom foi dada a conhecer até poucas horas antes da sua chegada ao aeroporto de Alvedro vários milhares de pessoas dispersadas em diversas concentraçons manifestárom sem paliativos a condena do povo galego à política genocida do seu governo. Dezenas de polícias das unidades de intervençom impedírom que estas concentraçons espontáneas se aproximáram à comitiva e cargárom contra @s concentrad@s, produzindo-se a detençom dumha pessoa.

A visita de Aznar a Galiza é umha nova humilhaçom do capitalismo espanhol ao povo galego que nom deve ficar impune. Cumpre seguir alargando e melhorando a auto-organizaçom popular, aprofundando e radicalizando a mobilizaçom social e o movimento de massas coa convocatória dumha greve geral, para lograr a demisom e a prisom para os responsáveis do genocídio ecológico da costa galega e a destruiçom de dezenas de milhares de postos de trabalho.

Galiza nom necessita de Espanha para poder fazer frente a um dos maiores desafios daDezenas de polícias das unidades de intervençom impedírom que estas concentraçons espontáneas se aproximáram à comitiva e cargárom contra @s concentrad@s, produzindo-se a detençom dumha pessoa. sua história contemporánea. O abandono do Estado espanhol tem provocado que a ilimitada força material das massas trabalhadoras e populares estejam resolvendo e combatendo com imaginaçom e meios próprios a descontaminaçom e limpeza do litoral.

Tenhem sido @s trabalhadoras e trabalhadores do mar coas suas próprias maus e instrumentos de trabalho @s que até o momento impedírom a entrada do fuelóleo nas rias, perante a passividade criminal coa que segue agindo o capitalismo espanhol.

As "promesas" de Aznar, as "desculpas" de Aznar na Corunha som mera propaganda fascista para dividir e enfraquecer o movimento de massas e a sua auto-organizaçom. Nom nos deixemos enganar.

Esta é a sua democracia


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