Continuam em Trasancos as mobilizaçons contra a guerra imperialista de Bush, Blair e Aznar

A Assembleia Popular contra a Guerra de Ferrol continua concentrando-se todos os dias às 20hh na Praça do Concelho.
As mobilizaçons venhem sendo secundadas por umha média de 200 pessoas todos os dias. A passada terça-feira a Assembleia convocou umha "pintada contra a guerra", enchendo o cham da praça do concelho de palavras de ordem, como "Se os meios locais calam os protestos, entom colaboram com os assassinos dos seus companheiros", "Borbom assassino", "Se Aznar quere guerra, guerra contra Aznar", "Bombardear o Partido Popular", "Juan Juncal dano colateral" entre outras, escritas com giz. O sucesso que tivo grande sucesso foi seguido por umhas 150 pessoas, entre elas crianças que também queriam mostrar o seu rechaço à barbarie imperialista de Bush. Destacar o desenho feito por umha menina com a legenda "Fraga demissom".

Também a Assembleia participou na concentraçom convocada pola Coordenadora Galega Pola Paz para condenar o assassinato do jornalista ferrolano José Couso. Durante o pleno umha duzia de pessoas da Assembleia Popular contra a Guerra despregárom uns cartazes onde se podia ler "Preciso de ti para assassinar por petróleo" com o Aznar caracterizado como o Tio Sam. Os concelheiros do PP abandonarom o salom plenário entre gritos de "Partido Popular, assassinos", "Ilegalizar o Partido Popular" e "Nom à guerra, nunca mais". A acçom da Assembleia foi aplaudida por um salom plenário cheio. Embora havia grande presença mediática, a acçom foi silenciada pola quase totalidade dos meios.

Continuando com o calendário de actividades a Assembleia Popular contra a Guerra secundou a mobilizaçom dos trabalhadores de Astafersa, em greve polo impago de já cinco meses dos seus salários. NÓS-Unidade Popular denunciara há semanas a situaçom dos trabalhadores do asteleiro, sendo a única organizaçom política que se apresentara no concelho, onde estavam encerrados em greve de fame. A empresa pertence ao concelheiro de IF, Juan Fernandez, ruína de astafersa e ruína de Ferrol.
Os membros da Assembleia nom completarom o percorrido da manifestaçom ficando na Praça de Armas para mostrar como cada dia o rechaço à guerra imperialista. Às 20,30hh umhas 75 pessoas partirom da Praça de Armas cara a Delegaçom de Fazenda, onde se colarom imagens d@s civis mort@s no Iraque, assim como cartazes com a palavra de orden "Com os teus impostos finanziam-se mortos, desarma os teus impostor" e pedindo a objecçom fiscal. Para finalizar o acto um membro da Assembleia leeu a brochura editada para ocassom onde indicava os passos a seguir para ser objector/a fiscal e nom financiar ao exército espanhol.

A Assembleia Comarcal participou também na manifestaçom convocada pola Plataforma da Mocidade Galega pola Paz, com faixa própria. A manifestaçom que convocou a uns/umhas 400 estudantes, e contonou com a faixa de AGIR, discurriu polas ruas do centro, passando pola sede do Partido Popular, onde vários estudantes guindarom ovos contra a sua fachada, e contra a imagem do fascista Juan Juncal. A manifestaçom rematou na Praça de Armas onde esperavam os operários e operárias convocadas polos sindicatos CIG e UGT, mais umha vez a as palvras de ordem dos estudantes ao berro de "Ilegalizar o Partido Popular" foi recolhida com aplausos e umha gram ovaçom.

Antes da intervençom dos responsáveis comarcais de UGT e CIG, a Assembleia Popular contra a Guerra lançou a palavra de ordem "Duas horas para quê?, para tomar o café!, tendo boa acolhida entre muit@s d@s milheiros de trabalhadoras e trabalhadores que ateigavam a praça. Outras das palavras de ordem que faziam referência a vergonhenta greve de duas horas convocadas polo sindicato espanhol e a CIG, forom "Adiante já, com a greve de verdade", "Contra a guerra e o capital, greve geral". Já pola tarde, baixo umha intensa chuva, a Assembleia Popular contra a Guerra, secundou a mobilizaçom convocada pola CIG e UGT. NÓS-Unidade Popular estivo presente com faixa própria. Ao passo do cortejo da Assembleia, a manifestaçom detivosse diante da sede do PP, deixando às portas, que voltavam a estar com a verja baixada, umhas caixas com cartazes sob a legenda "Ajuda humanitária", para posteriormente ser colocada umha cadeia nas reixas e umha faixa com a legenda "Fechado por assassin@s", sendo a acçom aplaudida pol@s presentes. A manifestaçom rematou na Praça de Armas, onde um representante da Coordenadora Galega Pola Paz leeu um manifesto. Mais umha vez a atitude da Plataforma do autonomismo, foi reprovada pola Assembleia, ao berro de "@s mort@s som, todos os dias".




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