Contra o imperialismo: boicote a produtos USA e GB
28 de Março

No contexto das mobilizaçons antiimperialistas em todo o mundo, está a ganhar força a iniciativa de generalizar o boicote a produtos dos EEUU e da Inglaterra. Coca-Cola, McDonald's, Exxon-Esso e Texaco som algumhas das companhias multinacionais mais conhecidas que podem ser alvo da campanha.

Os chamados ao boicote som variados e descentralizados ao longo do globo. Salientam iniciativas como a do Group for Direct Economic Action Against the War (Grupo Internacional para as Acçons Económicas Directas contra a Guerra), que propom o boicote a vinte marcas concretas de origem quer estado-unidense, quer inglesa. Estas som as companhias propostas: Coca-Cola, McDonald's, Exxon-Mobil (Esso), Texaco, Dell Computer, General Motors, Ford, Pepsi Co., Motorola, Time Warner/AOL, Disney, IBM, Shell, British Petroleum, Amway, FedEx, Revlon, Pfizer, Wal-Mart e Gap. Além destas, há ainda um grupo de outras empresas passíveis de serem boicotadas.

O colectivo promotor da iniciativa acredita ser possível mostrar às elites corporativas norte-americanas a certeza de um boicote de proporçons globais. "O movimento antiguerra internacional pode dizer às elites das corporaçons norte-americanas e inglesas que se eles nom reverterem a tendência da guerra entom aqueles que se oponhem a ela ao redor do mundo boicotarám os seus produtos", afirma na sua página de apresentaçom na Internet. Consumidores individuais, instituiçons e governos som convidados a participar do boicote.

O Grupo defende que devem ser boicotadas algumhas, mas nom todas as corporaçons norte-americanas e inglesas. "Boicote aquelas que directa ou indirectamente apoiam a guerra contra o Iraque", propom. Som propostos dous modos de boicote, "para acomodar as diferentes necessidades, perspectivas e os diferentes níveis de comprometimento dos participantes".

O primeiro modo é um boicote geral das corporaçons norte-americanas e británicas. Neste caso, consumidores, instituiçons e governos som convocados a boicotar as corporaçons británicas e norte-americanas na máxima extensom possível. Por outro lado, o Grupo pede que sejam apoiadas cooperativas, pequenos negócios, armazéns de produtos orgánicos, ou qualquer outra entidade sem qualquer interesse em promover a guerra contra o Iraque.

O segundo modo estabelece umha "lista dinámica, interativa e objectiva" das empresas a serem boicotadas. Esse modo destina-se a pessoas "que achariam mais conveniente ou efectivo ter umha lista a partir da qual agir. Neste caso, os activistas criarám umha lista preliminar e parcial dessas empresas, baseadas em alguns critérios específicos (apoio directo ou indirecto à guerra, infracçons às normas trabalhistas, práticas ambientais e trabalho infantil).

O boicote só deve ser interrompido quando os EUA e Inglaterra cortarem drasticamente sua capacidade militar, reverterem sua postura imperialista e ratificarem tanto o protocolo de Quioto sobre o aquecimento global, quanto o Tribunal Penal Internacional.

Para além da iniciativa internacional que comentamos, existem outros endereços na Internet que estám propondo boicotes gerais e específicos a produtos anglo-norte-americanos. Citamos alguns deles, lançados de diversos cantos do planeta:

www.boycottwar.net
www.adbusters.org
www.boycottheusa.com
www.boycottus.net - EUA
www.bethecause.org
www.boycottbush.net
www.quitusa.com
www.boycottbush.org
www.spendforpeace.co.nz
www.stopshopping.org
http://users.skynet.be/plusdepetroleus/tracts.htm

 




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