CONSELHO DE MINISTROS NA CORUNHA

Umhas 5.000 pessoas manifestárom-se sexta-feira 24 de Janeiro na Corunha contra a celebraçom do conselho de ministros espanhol no prédio municipal cedido por Paco Vázquez aos responsáveis directos da catástrofe que assola o nosso país. Um forte contigente policial tomou desde primeiras horas da manhá um amplo perímetro da cidade herculina impedindo aos habitantes aceder às instalaçons municipais. Aznar e o seu gabinete entrárom e saírom de Maria Pita a toda velocidade entre os gritos de protesto e muita polícia. A única mostra de apoio e solidariedade novamente partiu de Paco Vazquez, presidente "socialista" da cámara municipal, que ao igual que quando Aznar vistou em Dezembro a torre de controlo marítimo da Corunha, voltou a desmarcar-se da linha opositora de Zapatero e Tourinho, cenificando explicitamente a coincidência coa política fascista do PP.

A Plataforma Nunca Máis convocou umha concentaçom na praça de Maria Pita, mas o despregue das unidades de intervençom da polícia espanhola impédirom o acesso d@s assistentes, vendo-se obrigad@s a permanecer no porto da cidade, a uns 400 metros da Cámara Municipal. Apesar disto, os milhares de pessoas ali reunidas levárom ao cabo um sonoro protesto que durou desde as 11:30 até as 14:00 horas.
Mais umha vez, e apesar das infrutuosas tentativas do autonomismo por acalar a voz da esquerda independentista, NÓS-UP participou activamente na manifestaçom portando umha faixa coa legenda "Prestige atentado terrorista contra a Galiza. Prisom responsáveis".

A organizaçom independentista, socialista e antipatriarcal introduziu o discurso que os sipaios pretendem ocultar logrando a adesom de centenares de manifestantes às palavras de ordem: "Espanha é a nossa ruina", "Estamos fart@s de ser umha colónia", "Fora as forças de ocupaçom", etcétera.

Destacar, ao igual que em Silheda, na TVG, ou em Perbes, o nefasto papel colaboracionista jogado por certos quadros autonomistas. Neste ocasiom foi o secretário comarcal da CIG e militante do BNG, o burócrata Paulo Carril, quem agiu de matom, -o que nom fai coa patronal coa que pactua e venda à classe operária-, para impedir a combatividade do independentismo. Seguindo a lógica reformista e eleitoralista que pretendem impor no movimento de massas tentou infrutuosamente agredir a vários militantes de NÓS-UP e acalar as palavras de ordem que questionam o quadro jurídico-politico que lhe dá de comer e um bom salário.

Apesar destas tentativas o MLNG continuará como até agora apoiando a Nunca Mais, estando com o nosso povo na primeira linha de combate contra o capitalismo esapnhol e os inimigos da classe trabalhadora galega.

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