Ofensiva repressiva da Conselharia de Educaçom
27 de Março de 2003

Celso Currás, conselheiro de Educaçom da Junta da Galiza, confirmou a abertura de entre 15 e 20 expedientes a diversos centros educativos galegos por supostas actuaçons "ilegais" nas suas instalaçons.

Estas acçons repressivas fam parte da campanha de circulares dirigidas aos centros educativos exigindo aos directores e directoras a proibiçom de actividades e materiais relacionados com o caso Prestige e com a guerra imperialista.

Segundo afirmou Currás, "os painéis de anúncios e o resto de instalaçons de um centro educativo devem ser utilizados exclusivamente para os fins próprios do serviço público docente", situando assim fora desse serviço público a defesa do meio natural galego e a defesa da paz, conteúdos ambos de carácter transversal incluídos na legislaçom educativa em vigor na Galiza.

Directores e professores som o alvo dos expedientes abertos, por segundo ele "fazerem ideología" e "tratar de manipular os alunos com informaçom sesgada e parcial". Os sectores afectados pola repressom do PP desde a Junta estám a respostar com clareza a ofensiva autoritária da administraçom autonómica, reafirmando a necessidade de defender a liberdade de expressom e cátedra nos centros e de defender o meio natural galego e denunciar a guerra imperialista contra o povo iraquiano e as implicaçons do PP em ambos desastres.

Além do mais, e de maneira eloqüente, o conselheiro de Educaçom mostrou aos meios informativos cartazes independentistas como exemplo da ideologia que a Junta da Galiza quer eliminar dos centros de ensino galegos.



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