Cientistas europeus reclamam sem êxito umha investigaçom urgente dos efeitos do fuelóleo na saúde humana

11 de Fevereiro de 2003

Miquel Porta, presidente da Fedederaçom Europeia de Epidemiologia, assina a carta que na revista científica Science reclama que as instituiçons públicas iniciem quanto antes um inquérito epidemiológico que determine as conseqüências da exposiçom continuada ou esporádica ao fuelóleo de dezenas de milhares de galegos e galegas durante os últimos meses.

Já a Agência Internacional sobre o Cancro e outros organismos tenhem alertado sobre a presença de compostos cancerígenos do grupo 2B no fuelóleo largado polo Prestige, apesar do qual os responsáveis dos Governos espanhol e da CAG dim que nom há data para o início das pesquisas.

Sabe-se que nom menos de 1.100 pessoas fôrom atentidas no Serviço Galego de Saúde (SERGAS) desde que se iniciárom os labores de limpeza nas nossas costas, atendidas principalmente de enjoos, afecçons cutáneas e dores abdominais.
Em opiniom dos cientistas, as provas ordinárias, tipo análises ao sangue ou à urina, nom serám suficientes nem representativas se demorarem mais tempo, daí que seja urgente começar as investigaçons dos efeitos da exposiçom ao chapapote na saúde humana. Os principais riscos poderiam ser de tipo crónico e nom agudo, o que torna mais importante a realizaçom de pesquisas significativas entre os atingidos e atingidas polos gases emitidos polo fuelóleo do Prestige.

Apesar de que os ditos estudos seriam baratos, os governos de Espanha e da Comunidade Autónoma Galega continuam a adiar qualquer medida de controlo como as que a comunidade científica reclama desde o princípio da crise. Mais umha face da política negligente das instituiçons espanholas que o povo galego padece.

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