O fascista Manuel Fraga louva o genocídio imperialista
3 de Abril de 2003

Manuel Fraga afirmou ante os meios de comunicaçom, com total descaramento, que a guerra "vai deixar um Iraque muito melhor ao que existia", talvez graças à "ajuda humanitária" para reconstruir o país que, cinicamente, prometeu em nome da Junta.

O velho fascista e presidente honorífico do PP defendeu a posiçom política pró-imperialista do Governo espanhol, definindo-a como "a mais adequada", negando qualquer interesse para além do "benefício que está a receber e receberá" o povo iraquiano.

Sobre o massacre diário de populaçom civil no Iraque por parte "aliada" e a sua influência na opiniom pública, Fraga afirmou que "o problema nom é saber se há vítimas", comparando o genocídio provocado polas armas ianques e inglesas com os acidentes de tránsito, dado que "nos EEUU morre cada ano o equivalente à populaçom de Lugo" nas estradas.

O problema para o fundador do PP é que "a situaçom nom é boa para Oriente Médio nesta altura, pois nom tem umha boa ordem", e insistiu na necessidade de "pôr Oriente Médio ao dia para os conflitos do momento". Acrescentou que "nom todos acedem a fazer as cousas polas boas, de quando em vez há que fazê-las pola força".

Contodo, o ex-ministro de Franco e ainda reconhecido franquista afirma ter "umha consciência altamente sensível" ante a guerra, polo que espera que o Iraque seja derrotado quanto antes.



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