Em 2002 na Galiza o contrato temporal atingiu 91.87%

Segundo dados do INEM as reformas laborais aplicadas polo PP, que provocárom a convocatória de duas greves gerais na Galiza (15 de Junho de 2001 e 20 de Junho de 2002), significárom que no ano 2002 tam só 8.13% dos contratos assinados na CAG fôrom estáveis e indefinidos. Novamente situamo-nos por baixo da média estatal que é de 9.05%.

As promesas da burguesia a respeito das "bondades" das reformas laborais voltárom a constatar o que já sabiam amplos sectores da classe trabalhadora galega: som meras patranhas do capital para justificar a sua ofensiva contra os direitos e as conquistas sociais.


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