
As centrais abertzales salientárom o êxito rotundo da convocatória em que centos de filiad@s gritárom contra o Governo, UGT e CCOO, e reclamárom um quadro próprio de relaçons laborais.
Os sindicatos ELA e LAB
manifestárom-se esta manhá polas principais ruas das capitais
bascas, numha jornada em que convocárom greve geral para protestarem
pola reforma do desemprego do Governo espanhol e para reclamarem um quadro
próprio de relaçons laborais. As centrais qualificárom
o paro de êxito rotundo e considerarom-no um paso
para a soberania. Em sua opiniom, esta jornada demonstrou que isto,
por Euskal Herria, nom é Espanha.
O secretário geral
de LAB, Rafa Díez Usabiaga, expressou a sua satisfaçom pola
repercussom que tivo em Euskal Herria o paro convocado polos sindicatos nacionalistas.
Após afirmar que comarcas inteiras aderiram à greve,
destacou que em Nafarroa se superaram as expectativas iniciais.
Euskal Herria respostou
hoje com contundência à reforma do desemprego, respostou com
contundência à política económica e sociolaboral
do PP, mas também dixo muito claramente que vivemos em Euskal Herria,
que trabalhamos em Euskal Herria, e que este país quer decidir as políticas
de emprego e as políticas sociais, indicou.
Nesta jornada, acrescentou,
demonstrou-se que aquihá umha realidade política sindical
e social qualitativamente diferente, que exige instrumentos próprios
para construir económica e socialmente este país. Remarcou
que a greve pom de manifesto que se pode e se fai greve geral sem CCOO
e UGT. É muito importante a foto de hoje, dia 19, para
a evoluçom do sindicalismo abertzale, para a evoluçom do sindicalismo
basco e para a evoluçom do conjunto da situaçom política
e social deste país, apontou.
Embora precissasse que,
para LAB, a greve é um ponto importante na resposta à
política do PP, destacou que também significa caminhar
para um contexto de mudança social e política onde Euskal Herria
tenha instrumentos próprios para decidir realmente os elementos económicos
e sociolaborais que reclamam os trabalhadores e as trabalhadoras
Finalmente, denunciou a atitude mantida pola Ertzaintza contra os piquetes, que se converteu num verdadeiro contrapiquete do PP e do Governo de Ibarretxe. O Governo Ibarretxe nom só nom apoiou nem dixo nada, absolutamente nada, ante a convocatória do sindicalismo abertzale nesta jornada de 19, mas deparamos com umha atitude beligerante que pretendia levar a cabo a política de serviços mínimos implantada polo Governo de Gasteiz.
Por seu turno, o máximo dirigente de ELA, Xavier Elorrieta, afirmou ante os meios de comunicaçom, fazendo um jogo de palavras em espanhol, que "el sindicalismo vasco marcha, y se marcha" (o sindicalismo basco avança, e vai-se embora...)