USA reconhece que entre os presos árabes de Guantánamo há também menores
23 de Abril de 2003

O campo de prisioneiros árabes que os ianques mantenhem ilegalmente em território cubano inclui um número indeterminado de menores de idade. Ante a denúncia de diversas entidades defensoras dos direitos humanos como Amnistia Internacional ou Human Rights Watch, o responsável estado-unidense da base, o general Geoffrey Millar, reconheceu este facto, denominando os menores "combatentes inimigos juvenis", recusando achegar mais dados, nem sequer o motivo da sua detençom, a identificaçom pessoal e o país de origem.

Lembremos que o campo de concentraçom de presos árabes da guerra do Afeganistám em Guantánamo incumpre absolutamente a Convençom de Genebra, lei internacional que garante um trato humanitário aos prisioneiros e prisioneiras de guerra. Além dos maus tratos e torturas sensoriais recebidos polos mais de 600 prisioneiros árabes ali confinados, proíbe-se o acesso a jornalistas independentes.

Se inicialmente se encontravam em campos ao ar livre, actualmente encontram-se continuamente fechados e amontoados atrás de muros, em celas-contentores de quatro metros quadrados e teito de alumínio que torna irresistível o calor o isolamento insuportável.


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