Livro cubano revela negócio da contrarrevoluçom
20 de Agosto de 2003

Apresentam na ilha caribenha o livro "El Camaján" sobre Elizardo Sánchez Santa Cruz-Pacheco um mestre da vigarice, subsidiado também polo Governo espanhol

O livro "El Camaján", dos jornalistas Arleen Rodríguez Derivet e Lázaro Barredo Medina, que desmascara ao contrarrevolucionário Elizardo Sánchez Santa Cruz-Pacheco, foi apresentando no Centro de Imprensa Internacional de Havana, na segunda-feira, dia 18, com a presença dos autores e umha ampla assistência de membros da prensa cubana e estrangeira.

A obra, escrita com umha linguagem clara e directa, é umha investigaçom que, achegando provas irrefutáveis, aborda a hipocrisia e ambiçons materiais e políticas da mencionada personagem, magnificada pola propaganda imperialista como "dissidente", e que em 1997 se ofereceu para colaborar com a Segurança do Estado em Cuba, na procura do seu próprio interese. Sob o pseudónimo de "agente Juana" e também "Eduardo" e "Pestana", Sánchez Santa Cruz-Pacheco ofereceu valiosas informaçons sobre as actividades anticubanas de outras figuras contrarrevolucionárias, algumhas delas actualmente em prisom. O livro mostra inclusive fotos de quando esta figura foi "condecorada" em cerimónia secreta com a "Distinçom Serviço Distinguido" do Ministerio do Interior (MININT) da ilha caribenha.

Elizardo, elemento oportunista, desde os primeiros anos da Revoluçom mostrou a sua natureza política de homem ambicioso, baixo um disfarce de ultraizquierdismo, polo que foi conhecido posteriormente, de forma burlona, como Elisoviet. Mas dentro da sua irregular e ondulante carreira política, de extremo a extremo, alcançou a sua máxima popularidade quando começa a criar organizaçons contrarrevolucionárias sob a etiqueta de "defensoras dos direitos humanos", com o fim de fomentar a oposiçom em Cuba. Na década de noventa, realiza numerosas viagens ao exterior e fomenta estreitos vínculos com o Escritório de Interesses dos Estados Unidos, com o objectivo de fomentar a subversom interna.

A coautora da obra, Arleen Rodríguez, ressaltou na apresentaçom da obra que as organizaçons contrarrevolucionárias de Miami e as institituiçons e fundaçons governamentais ianques nom som as únicas que enviam fundos económicos para o negócio da subversom, negócio em que Elizardo destaca como próspero empressário. Também distintos governos europeus intervenhem desta forma nos assuntos de Cuba, e deu a conhecer, como exemplo, os 50.000 dólares enviados a Elizardo, mediante umha agência de "cooperaçom", polo Ministério de Assuntos Exteriores de Espanha, ou os perto de 25.000 dólares recebidos da Embaixada da Noruega em México em 2002, e em 2003.





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