COMUNIDADES DE MONTES VICINAIS DENUNCIAM AUMENTO DOS LUMES E REBATEM AS BATOTAS DA JUNTA


6 de Setembro de 2002

A Organizaçom Galega de Comunidades de Montes Vicinais em Mao Comum denunciou que a superfície florestal queimada na Galiza no que vai de ano multiplica por quatro a atingida polo lume no mesmo período de 2001. Desde o dia 1 de Janeiro e até o dia 5 de Setembro de 2002, ardêrom um total de 25.380 hectares.

Além do mais, o presidente da citada entidade, Cláudio Quintilhám, fijo públicas as valorizaçons prévias da Conselharia de Ambiente para este ano, que calculavam ardessem 19.000 hectares até Agosto.
Perante estes dados, fica em evidência o rotundo fracasso da política da Junta em matéria de incêndios florestais, que segundo Quintilhám se centrou na extinçom de lumes e nom em evitar o seu surgimento.

A escalada incendiária exige mudanças de fundo que a Junta nom semelha disposta a acometer.

Como possíveis causas dos incêndios, "intencionados em 98% dos casos", Quintilhám aduziu "falta de interesse dos proprietários polo monte; descontrolo do gado livre; e entrega da gestom dos montes a grupos ou empresas que se movem à roda dos subsídios públicos".

Também os concelhos merecêrom a crítica dos comuneiros, ao avaliar negativamente a despreocupaçom das entidades públicas locais num tema tam importante. Daí que o representante da Organizaçom Galega de Comunidades de Montes Vicinais em Mao Comum requeresse a coordenaçom das instituiçons a nível local e nacional, global e sectorial, para pôr freio a esta situaçom.

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15.300 HECTARES ARRASADAS POLO LUME NO QUE VAI DE ANO

26 de Agosto de 2002

Quase concluido o mês de Agosto, a Junta reconheceu que só neste ano levam ardido 15.244,8 hectares, das quais 4.317 som superfície arvorada, o que supom um importante incremento a respeito do ano passado.

Apesar de que o Governo do PP se esforça em comparar com dados de há umha década, nom consegue esconder o fracasso de umha política que inclui 6.000 pessoas a trabalhar em 540 brigadas terrestres, 287 vigiantes, catorze quadrilhas aéreas e 388 agentes florestais, 311 viaturas motobomba, e outros meios aéreos, terrestres e anfíbios de luita contra o lume.

É evidente que o ritmo de incêndios nom pode ser o de 1989, até porque tem ardido boa parte da massa vegetal do país, o que nom impede incrementos a respeito de anos anteriores e que desse jeito continue a avançar a desflorestaçom do nosso país.

Olha também esta notícia sobre o fogo florestal e as suas causas

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