AO PSOE NOM LHE CHEGAM OS MAIS DE 7.000 POLÍCIAS E GUARDIAS CIVILES ESPANHÓIS E 6.500 SEGURANÇAS PRIVADOS PRESENTES NA GALIZA


28 de Agosto de 2002

O PSOE acha que na Galiza existe um problema de "segurança cidadá" que qualifica de "preocupante". Transladando ao nosso país um debate promovido desde Madrid polos seus líderes, o deputado Pablo López Vidal e o senador Luís Ángel Lago Lage dim que a Galiza padece "défice de efectivos" das forças repressivas espanholas, apesar de eles próprios reconhecerem a presença de mais de 7.000 polícias e guardias civiles (2724 e 4285 elementos respectivamente).

A esse número cumpre acrescentar os mais de 6.500 agentes privados (62 empresas de segurança privada tenhem sede social na Galiza), e vários milhares de militares e agentes locais que cada vez orientam mais a sua actividade ao labor repressivo (evidente em cidades como Compostela ou Vigo).

Tenha-se em conta que se estima que no conjunto do País Basco sob administraçom espanhola (a Comunidade Autónoma Basca mais Navarra) estám despregados por volta dos 8.000 efectivos da Polícia espanhola e Guardia Civil. Se bem é certo que ali existem também mais de 7.500 membros da Polícia autonómica, o certo é que no caso basco estamos a falar do território europeu com maior presença policial.

Para além do mais, os políticos do PSOE reconhecêrom o imediato incremento da polícia espanhola no nosso país com mais de 200 novos efectivos, aprovado já polo Conselho de Ministros espanhol, e um número indeterminado de novos guardias civiles.

O PSOE, fazendo seu o discurso da direita mais reaccionária em política do que chamam "segurança cidadá", aposta portanto com clareza polo incremento de efectivos policiais e o alargamento da presença e repressom policial, naturalmente para malhar nos de sempre, e sem citar nas suas propostas a necessidade de combater as desigualdades e injustiças sociais como base da falta de segurança nas ruas.

Alimentando o embrutecimento das massas mediante as receitas sociais do fascismo, o PSOE e o PP anunciam mais polícia como complemento do aumento das desigualdades e o recorte das liberdades.

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