Iraque: Continua a ofensiva guerrilheira ante a impotência imperialista

28 de Outubro de 2003

A ofensiva patriótica iraquiana continua. Um posto policial foi atacado com um carro armadilhado na cidade de Faluja, causando um número indeterminado de mortes nom inferior a seis e ferimentos a numerosas pessoas. Por outra parte, duas patrulhas da polícia militar sipaia iraquiana fôrom emboscadas e atacadas com lança-granadas, ferindo vários elementos da força armada pró-imperialista.

Também quatro soldados ianques resultárom feridos, um gravemente, num ataque semelhante por parte da resistência em Mosul, umha cidade considerada "tranquila" até nom há muito. Agora já se reconhece que a resistência se estende para além do chamado "triángulo sunita", onde começou a luita guerrilheira contra a ocupaçom estrangeira.

Por seu turno, o exército ocupante continua a reprimir indiscriminadamente a populaçom. Em Faluja, militares ianques matárom sete pessoas na última noite, supostamente depois de ser atacado o seu veículo com explosivos.

O comando ianque assiste com impotência à generalizaçom da insurreiçom guerrilheira, que já provocou que as ONG's e agências internacionais ditas "humanitárias" próximas do imperialismo anunciassem o abandono do país, sem que os chamados do próprio Bush podam impedir a fugida em massa das suas entidades satélites.

Os responsáveis políticos dos EUA, Gram Bretanha e Espanha continuam a defender a sua guerra e posterior ocupaçom, chamando "terroristas malvados" aos membros da resistência iraquiana, mas resulta-lhes cada vez mais difícil ocultar a verdadeira natureza libertadora do movimento patriótico iraquiano.

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