Mísseis ianques contra um mercado: 15 mortos e dezenas de feridos, todos civis
26 de Março

Nom é nengumha novidade. Desde o início da invasom anglo-norte-americana, há umha semana, as mortes e feridos civis sob o fogo "aliado" contam-se por centenas. Porém, só temos notícias e imagens concretas de Bagdad. Hoje mesmo, vários mísseis ianques atingírom um mercado cheio de gente que estava a fazer as compras do dia. Resultado: nom menos de quinze mortos e mortas, dezenas de feridos, corpos mutilados, restos humanos espalhados pola zona, dous prédios de habitaçom destruídos, imagens dantescas...

Ficou já descartado o "erro humano". Nom foi um, senom vários os artefactos lançados propositadamente contra um local público sito numha zona em que nom há nengum prédio militar nem institucional que pudesse servir de coarctada para os invasores explicarem o acontecido. Mas, na verdade, nem o tentárom. O ministro británico da Defesa, Geoff Hoon, declarou no Parlamento inglês que "o risco de vítimas civis aumenta à medida que se intensificam os bombardeamentos. Obviamente, à medida que avançamos, esses riscos incrementam e, como o demonstrou a campanha aérea, há risco para os civis". A seguir espetou: "Mas eu de nengum jeito penso que isso possa frear a campanha, nem o havemos permitir".

Resta saber que outros massacres estám acontecendo ao longo do país, nas cidades do sul onde os próprios ianques presumem de ter ocasionado 650 mortos em dous dias, sem ousarem especificar se militares ou civis. Carecemos de informaçom sobre os efeitos sem dúvida devastadores dos brutais bombardeamentos de Nasiriya, Bassorá, Um Qasr e outras cidades do sul e do norte, ainda que sabemos que o número de mortos e feridos civis aumenta a um ritmo cada vez maior.

Bem-vind@s à guerra "cirúrgica" do imperialismo.




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