Rodolfo Martín Villa, a história oculta dum velho fascista

Nasce em Santa María del Páramo, León, 3 de Outubro de 1934. Após estudar secundária no colégio dos Agustinos da sua cidade natal licencia-se em Engenharia Industrial em Madrid. Ingressou por oposiçom no Corpo Especial de Engenheiros Industriais ao serviço da Fazenda Pública.
Simultaneamente inícia a carreira política no seio do aparelho fascista da ditadura do generel Franco.
Foi "Chefe Nacional" do SEU (Sindicato Español Universitário); Presidente do Sindicato do Papel, Imprensa e Artes Gráficas; Delegado Provincial dos Sindicatos em Barcelona; Director Geral de Industrias Têxteis do Ministério da Indústria; em Novembro de 1969 é nomeado Secretário Geral da CNS (sindicatos fascistas); em 1974 Governador Civil de Barcelona e Chefe Provincial do "Movimiento" em Barcelona; 11 de Dezembro de 1975 Ministro de Relaçons Sindicais e Procurador em Cortes.
Em Julho de 1976 é nomeado ministro da Governaçom (Interior) no primeiro governo de Adolfo Suárez, cárrego que ocupa até que é substituido por Antonio Ibañez Freire em Abril de 1979.
Foi senador real até a disoluçom das Cortes espanholas em Dezembro de 1978.
Em Setembro de 1980 foi nomeado ministro de estado para a Administraçom Territorial no último governo Suárez. No primeiro governo de Calvo Sotelo é Vice-Presidente de Administraçom Territorial, e no segundo é nomeado Vice-Presidente para Asuntos Políticos.
Nas eleiçons de Março de 1979 sai eleito deputado da UCD por León. Reeleito em 1982 renúncia ao escano em Fevereiro de 1983.
Em Setembro de 1985 ingressa no PDP de Oscar Alzaga e renuncia a sua candiatura à presidência de Castilla y Leon nas eleiçons de Junho para favorecer a José María Aznar.
Desde Fevereiro de 1988 forma parte do conselho de administraçom de Cajamadrid, cárrego que tem que abandonar por incompatibilidade coa sua acta de deputado.
Em 1989 entra na Alianza Popular sendo eleito deputado por Madrid. No X congresso celebrado em Sevilla em Março de 1990 é eleito membro da executiva
Em Agosto de 1985 o independentista canário Antonio Cubillo acusa-o de ser um dos responsáveis do atentado que padeceu em Abril de 1978. A denúncia por injúrias promovida por Martin Villa nom prospera.


Em 1991 responsabiliza-se de meter no rego da disciplina popular a Hormaechea, presidente de Cantábria, procesado por prevaricaçom e malversaçom de fundos.
Nas eleiçon sde Junho de 1993 é novamente eleito deputado por Madrid. Posteriormente passa a ser presidente da Comissom de Controlo da Caixa de Aforros de Madrid.
Após as eleiçons de Março de 1996 é presidente da Comissom de Justiça e Interior do Congresso dos Deputados de Espanha, mas demite em Fevereiro do ano seguinte para ser presidente da empresa pública Endesa que privatiza para posteriormente apropriar-se dela, logrando converté-la numha das multinacionais mais expoliadoras de América Latina.
Em Março de 1997 é nomeado membro do conselho de administraçom de CEPSA.
Com múltiplos negócios, um imenso capital, Rodolfo Martín Villa é um claro expoente da oligarquia espanhola responsável do saqueio e opresom nacional da Galiza, da exploraçom da classe trabalhadora e da perpetuaçom do sistema patriarcal.
Actualmente foi nomeado polo governo Aznar Comissionado do Prestige co objectivo de neutralizar o movimento de massas e submeter ao nosso povo aos ditados dio capitalismo espanhol que nos condena à miséria e à ruina.


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