O Tribunal Supremo espanhol legitima a medalha ao torturador Melitón Manzanas

O máximo órgao judicial do regime espanhol vem de regeitar um recurso contra a condecoraçom concedida em 2001 polo governo de Aznar ao polícia franquista Melitón Manzanas, chefe da Brigada Político-Social da polícia espanhola em Donostia, e executado por ETA em Agosto de 1968.

O alto tribunal espanhol afirma que o "espírito" do Real Decreto de 19 de Janeiro de 2001 que concedeu a "Grande Cruz da Real Ordem de Reconhecimento Civil das Vítimas do Terrorismo" é a "reconciliaçom", polo que "carece de fundamento excluir da ideia de reconciliaçom a quem a morte a maus de terroristas tenha impedido assumir os valores democráticos, sem que existam razons que permitam afirmar que nom tiveram assumido aqueles valores após a tansiçom política, na forma em que sim o figérom a maioria dos espanhóis, com independência da sua trajectória política passada". Também afirma "que esta capacidade de transformaçom ideológica está demonstrada polo facto de que personalidades com notável releváncia política no regime anterior tenhem emprestado importantes serviços à democracia".

Melitón Manzanas foi acusado por dezenas de pessoas detidas na década de sessenta de dirigir e participar directamente nas torturas praticadas pola polícia espanhola. Estes métodos segundo tem denunciado Amnistia Internacional, diferentes entidades do MLNB, assim como mais recentemente os directivos do jornal basco Egunkaria, fechado polo governo espanhol, seguem sendo práticas habituais polas diferentes forças policiais espanholas




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