Nunca Mais em Cee

Após a faixa de cabeça com a legenda "A coste da morte esquecida" umhas 6.000 pessoas acodirom à convocatória da Plataforma Nunca Mais em Cee. A manifestaçom desenvolveu-se desde o IES Fernando Blanco até a praça da Alameda. No acto de clausura Miguel de Lira e Xurxo Souto lêrom o manifesto contra a marginalizaçom da Costa da Morte, criticando as medidas contempladas no "Plan Galicia" para a comarca, a mais perjudicada polo desastre do Prestige.

O historiador José Maria Lema também incidiu em que "um parador nom é o remédio" e reclamou unha auto-via gratuita Carvalho-Fisterra, umha estrada decente a Compostela, a modernizaçom da rede eléctrica e um plano turístico mais amplo. NÓS-Unidade Popular, que repartiu um documento criticando o "Plan Galicia", junto com a AMI, e AGIR participárom activamente na mobilizaçom. Mais umha vez ouvirom-se as palavras de ordem "Com Espanha nunca mais", "Trabalho digno para a nossa mocidade", "Queremos trabalhar e nom emigrar", "É hora já dumha greve geral", "Contra a sua incompetência, a nossa independência", "Espanha é a nossa ruína". Outra das palavras de ordem mais berrada pol@s manifestantes foi "O parador nom é a soluçom".


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