Portugal confirma que as autoridades espanholas rejeitárom o seu eficaz serviço de seguimento do fuelóleo desde o satélite

13 de Dezembro

O Instituto Hidrográfico Português informa desde o 22 de Novembro de maneira pontual e exacta ao Serviço Hidrográfico da Marinha Espanhola, situado em Cádis, e ao gabinete de crise espanhol sito na Corunha, sobre as manchas e seu o percurso desde a saída à superfície do fuel proveniente dos restos do Prestige. Porém, os espanhóis ocultárom e desprezárom essas informaçons, negando a sua veracidade e favorecendo a chegada da terceira grande maré negra às costas galegas nestes dias. Polo contrário, as autoridades francesas estám a basear as suas medidas preventivas nos verazes estudos da instituiçom portuguesa.
O método de análise português consiste na colocaçom de conjuntos de boias que transmitem a um satélite os dados sobre a evoluçom do fuelóleo no mar. Esses dados fôrom remetidos sistematicamente polos portugueses aos espanhóis desde o dia 22 de Novembro, quando começou o seguimento, mas a Armada espanholarejeitou o método, enquanto o Governo francês decidiu aproveitar o serviço científico luso.
Augusto Ezequiel, director técnico do Instituto Hidrográfico Português, confirmou a recusa do Governo espanhol a tomar em consideraçom os dados fornecidos pola instituiçom portuguesa, única que durante a crise vem oferecendo umha visom realista frente às manipulaçons, improvisaçom e prepotência das autoridades espanholas.


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