O PP continua
coa campanha de criminalizaçom de Nunca Mais
O aparelho de
propaganda do PP e do conjunto da extrema-direita espanhola continuam coa
campanha de criminalizaçom do movimento popular, acusando a Nunca Mais
de desviar fundos para o autonomismo e de utilizaçom irregular das
achegas económicas. O fiscal chefe da CAG Ramom Garcia Malvar, que
foi sancionado há vários anos por prevaricaçom, vem de
anunciar que abre diligências informativas sobre este organismo reivindicativo,
seguindo ordes do fiscal geral do estado Jesus Cardenal. Com esta investigaçom
o Estado espanhol amplia a política de acossa e presom contra o povo
trabalhador galego para destruir o actal movimento reivindicativo de massas.
Também um denominado "sindicato Manos Limpias" acusa a Nunca
Mais de estafa. Esta entidade está presidida por Francisco Jiménez
Luis, ex-dirigente da organizaçom fascista Fuerza Nueva, sendo secretário
geral Miguel Bernard Remón, dirigente das diferentes organizaçons
impulsionadas polo fascismo espanhol nos últimos vinte e cinco anos.
A denúncia contra Nunca Mais forma parte da estratégia do PP
para desprestigiar e enfraquecer o actual movimento de massas e evitar um
descalabro eleitoral nas municipais de Maio. Jornais como El Correo Gallego
ou La Razón estám colaborando nesta campanha de criminalizaçom.
Primeira Linha
denuncia esta ofensiva intoxicadora do fascismo espanhol, mas também
apela ao conjunto das organizaçons populares integradas em Nunca Mais
para que evitem deixar-se instrumentalizar politicamente polo autonomismo.
O BNG e as suas entidades satélites, tal como já informamos,
vetam a entrada de NÓS-UP, AGIR e AMI nessa plataforma social.