O preço da vivenda incrementou 16% mais que os salários

Segundo dados oficiais o preço dos andares subiu 16% mais que os salários entre 1993 e 2003. Umha trabalhadora ou um trabalhador cum salário médio necessita dedicar o 43% dos ingressos mensais durante 15 anos para poder pagar a vivenda, quando os juros som a dia de hoje umha terceira parte de há umha década.

EM 1993 o preço dumha vivenda média de 100 metros quadrados custava na CAG 8.7 milhons de pts, a dia de hoje esse mesmo andar custa 13.6 milhons.
Mas a realidade é bastante mais crua, por quanto o preco dum andar destas características em cidades como Vigo, Compostela, Corunha ou Ourense nom baixa dos 25 milhons de pts. O preço dos andares subiu na CAG 56% nos últimos dez anos e os alugueres em mais de 60%.

Com este panorama é cada vez mais difícil para a mocidade trabalhadora poder aceder a umha vivenda digna ou emancipar-se da casa familiar pois os salários de miséria, a eventualidade no emprego, vetam este direito social.

Segundo o "Conselho Económico Social" umha parelha de jovens necessita destinar a financiar a sua vivenda um 33% das rendas conjuntas durante um período de 25 anos e poupar mais dumha década para poder fazer frente à entrada do 30% do andar.

A especulaçom imobiliária, a legislaçom vigente como a "Lei do Solo" que só favorece ao capital, a ausência de políticas de construçom de vivendas sociais por parte do Estado, a Junta de Galiza e os concelhos, provoca que cada vez seja mais difícil ter umha vivenda digna para amplos sectores da classe trabalhadora galega.


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