A classe trabalhadora galega segue perdendo poder adquistivo

Os dados do INE revelam novamente como a classe trabalhadora galega segue perdendo poder adquisitivo. Entre 1996 e 2002 os salários "subirom" 2.6% enquanto o IPC acumulado foi de 13.5%. Ou seja, em sete anos, perdimos 11% da nossa "capacidade de compra". Estes dados confirmam o processo ascendente de empobrecimento de amplos sectores populares, paralelo à acumulaçom de riqueza e fortuna em maos da burguesia nacional e foránea. Um dado eloquente é a queda de venda de carros no ultimo ano, similar a de 1998, 10.000 automóveis menos, 13.45% das vendas.

Simultaneamente os automóveis de luxo experimentárom um incremento na quota de mercado, assim BMW subiu 25.2%, Ferrari 19.1%, Jaguar 17.5% e Mercedes 11.5%.
A CAG tem um dos custes laborais mais baixos do Estado, só superada por Extremadura, València, Canárias, Castilla la Mancha e Múrcia. O custe médio a nível estatal por assalariado é de 23.183 €, e na Galiza é de 20.285 €, quer dizer, o gasto empresarial por cada trabalhadora ou trabalhador é de 2.850 € menos, nunha evidente expressom da dependência nacional que padece o país. Os sectores mais atingidos pola agressom do capital som @s trabalhadores/as da construçom e da hospedaria.


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