Resistência heroica do Iraque contra a invasom imperialista

Contrariamente a todos os prognósticos realizados pola maquinária propagandística das potências imperialistas que estám participando na agressom do Iraque, as forças armadas desse país, as milícias do Baas, assim como a populaçom civil, estám mantendo umha firme resistência.
O passeio militar que o Pentágonio e a Casa Branca vaticinavam está sendo um autêntico fracasso. Apesar da absoluta superioridade militar das tropas anglo-norteamericanas polo material bélico e a tecnologia de última geraçom da que disponhem, da carência de aviaçom por parte do Iraque, até o momento, -quinto dia do início da invasom-, nom se tenhem produzido rendiçons massivas, levantamentos populares de apoio às "forças de libertaçom", e na totalidade das cidades que há dous dias se davam por conquistadas (Umm Qasr, Al Faw, Basora e Nasiriya no sul, Nayab no centro, e Mosul, Kirkuk no norte) segue ondeando a bandeira coas três cores do Iraque e da Naçom Árabe. O Iraque resiste e tem disposiçom de evitar a entrega do país e dos seus fabulosos poços de petróleo à oligarquia fascista e imperialista que governa os Estados Unidos, e que pretende apoderar-se pola força da sua superioridade militar do conjunto do planeta.

Já se contam por dúzias o número de soldados norteamericanos e británicos mortos, e o de feridos supera o centenar segundo fontes norteamericanas. A televisom oficial do Iraque vem de difundir imagens de cinco marines capturad@s, actualmente prisioneir@s de guerra, assim como de um helicóptero Apache abatido por camponeses armados com rudimentários fusis.
Os massivos bombardeamentos de Bagdad e das grandes cidades que está causando centenares de vítimas entre mort@s e ferid@s parece de momento nom minar a moral de combate do povo do Iraque e da sua determinaçom de resistir até o final a invasom imperialista.
O presidente Saddam Hussein, ao qual vários meios ocidentais davam por morto ou ferido, vem de pronunciar na manhá da segunda-feira 24 de Março um novo discurso chamando à luita e à resistência para vencer ao inimigo.
Centos de iraquianos que trabalham nos países fronteiriços, basicamente na Síria e na Jordánia, estám entrando no Iraque para participar na defesa.

Primeira Linha fai um apelo ao conjunto do povo trabalhador galego a secundar todos os protestos convocados na Galiza contra a guerra, e a participar em todas as actividades de denúncia dos responsáveis da massacre em curso contra o povo iraquiano: o Partido Popular e os interesses anglo-norteamericanos no nosso país.
É necessário parar a guerra, lograr a demissom do governo espanhol e ilegalizar o Partido Popular por apoiar o genocídio e o assassinato em massa do povo iraquiano. É hora de convocar umha greve geral em apoio a estas reivindicaçons e de radicalizar o movimento de massas.

Contra a guerra mobilizaçom popular!!
Nom passarám!!
O Iraque será a tumba do imperialismo!



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