Ataques ao PP: o BNG solidariza-se e oferece-lhe colaboraçom
4 de Abril de 2003

O BNG nom demorou nem um minuto a exprimir a sua adesom e solidariedade ao Partido Popular após os novos ataques sofridos polos promotores espanhóis da guerra no Iraque. Anxo Quintana, coordenador da Executiva do Bloque, afirmou que espera que seja um facto isolado, e o seu "desejo de que os autores sejam detidos e postos a diposiçom da justiça o antes possível", ao tempo que "condenou energicamente" os ataques.

Destacou o dirigente do BNG que se trata só de um "surto episódico e pontual", já que em sua opiniom "a violência nunca caracterizou a política galega", e mostrou-se convencido de que "sempre vai ser assim".

"Quatro descerebrados nom vam sujar a limpa trajectória política galega, que posibilita que todo o mundo se poda exprimir livremente".

Reiterando a sua "solidariedade com o PP", o BNG manifestou a sua "convicçom profunda de que na Galiza os cidadaos estám pola paz com letras maiúsculas, o que quer dizer que está contra todo o tipo de violência".

O BNG apela as forças repressivas espanholas presentes em território galego para que "trabalhem para localizar os culpados e pô-los quanto antes a disposiçom da justiça" e ofereceu a ajuda do BNG para esse fim: "Desde o BNG, vamos colaborar para que isto seja assim".

Também o alcaide de Vigo, Lois Pérez Castrillo, do BNG, fijo pública a sua "condena enérgica", dos atentados contra o PP, atribuindo a esse partido natureza "democrática e legal".

Salomé Álvarez, deputada autonómica polo Bloque, fijo um apelo à preservaçom da "concórdia" e "normalidade" no seio da sociedade galega, condenando as acçons. Outros dirigentes como Néstor Rego, candidato a alcaide de Compostela, aderírom às condenas.

Primeiros ministros europeus direitistas e apoiantes da guerra como o italiano Berlusconi e o português Durao Barroso apoiárom também o PP ante a vaga de indignaçom popular que lhe estreita o cerco na Galiza. Por seu turno, o alcaide da Corunha, Francisco Vasquez (PSOE), fala directamente de "terrorismo" para referir-se aos acontecimentos que nas últimas semanas atingírom ao PP. Porém, nom qualificou ainda as acçons armadas ilegais que nessas mesmas semanas causárom e continuam a causar milhares de mortes e feridos inocentes entre o povo iraquiano.

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