
O Governo da direita neoliberal e a patronal terám que explicar por que a nossa naçom, tendo os custos salariais bem mais baixos que o País Basco ou que a Comunidade Autónoma de Madrid, tem um desemprego e umha temporariedade maior, além de ver renascer a emigraçom.
No primeiro trimestre
do ano 2002, os custos salariais supunham 73,34% dos bascos e 73,78% dos madrilenos.
É sabido que patronal
e partidos como o PP e o PSOE defendem o embaratecimento dos custos dos patrons
como suposta via para a diminuiçom do desemprego e o aumento do nível
de vida geral. Estes dados ponhem em evidência o engano em que assentam
as receitas económicas que as classes populares galegas padecem.
Longe de confirmar-se a relaçom entre custos salariais baixos e prosperidade da classe trabalhadora, outros parámetros como a precariedade laboral (superior a 34%) ou a sinistralidade laboral (com um aumento de 2,6% na última mediçom), além do próprio desemprego (quase 12%) confirmam como os piores índices sócio-laborais caminham na Galiza de maos dadas.