SINISTROS LABORAIS: UMHA TRABALHADORA OU TRABALHADOR MORTO CADA 2 DIAS


5 de Setembro de 2002

Os dados oficiais de sinistralidade laboral som contundentes. Nos seis primeiros meses deste ano 2002, produzírom-se 23.178 acidentes laborais com baixa, o que supom um incremento de 3% a respeito de 2001. Deles, 455 fôrom graves e 44 tivérom como resultado a morte do acidentado ou acidentada.

Quer dizer, cada dia 4 pessoas tenhem um acidente grave no seu posto de trabalho, enquanto cada 2 dias e meio morre um trabalhador ou trabalhadora por acidente laboral.

Contodo, estes dados devem ser tomados com reservas, já que estám manipulados pola própria Junta da Galiza, que exclui das suas estatísticas casos como o de um trabalhador florestal morto em Ourense em acto de serviço, ao qual a Administraçom negou essa condiçom, ou outros casos em que o falecido estava dado de alta em regime especial de trabalhadores autónomos, os quais som também excluídos das estatísticas oficiais pola Conselharia de Relaçons Laborais.

A CIG já acusou à Junta desses ocultamentos e de tentar ocultar o seu fracasso e passividade em política de sinistralidade laboral.

De facto, a Galiza está em primeiro lugar na lista de sinistralidade do Estado espanhol, juntamente com a C.A. da Estremadura.

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A Conselharia de Relaçons Laborais manipula a estatística de acidentalidade laboral