Trece organismos de inteligência estrangeiros criam confrontaçons entre Venezuela e Colômbia

O assesor político de Segurança do Movimento Quinta República (MVR) na Assembleia Nacional de Venezuela, Eliézer Otaiza, advirtiu que "nom existem dúvidas" sobre a existência de 13 organismos de inteligência estrangeiros, que operam na Venezuela com o objetivo de "criar confrontaçons entre este país andino e os países irmaos, entre os que se acha Colômbia".

"Nom existen dúvidas sobre a ingerência de corpos de segurança estrangeiros na Venezuela, cujos planos som os de originar umha matriz de opiniom que vincule ao Governo de Hugo Chávez com actos criminais e terroristas nos que se podem comprovar indícios que involucram a umha Direcçom de Serviços de Inteligência e Prevençom de Venezuela (DISIP) paralela", explicou o ex director da Policía Política de Venezuela.

Neste sentido, Otaiza sinalou que alguns corpos de inteligência realizárom declaraçons sobre a actual situaçom venezuelana, uns actos que, "implica umha ingerência, umha participaçom interna destes corpos de inteligência, destes corpos estrangeiros, para intervir numha situaçom política que consideram delicada".
Embora nom revelou a identidade destes organismos, Otaiza sublinhou que os representantes do Departamento Administrativo de Segurança (DAS) de Colômbia "tenhem sido demasiado evidentes, fôrom torpes", já que "um chefe de inteligência sempre tem que ser prudente quando se utilizam estas áreas".

Otaiza considerou que a denúncia apresentada pola DAS sobre este asunto "o único que fai é interrelacioná-los cada vez mais com as acçons vandálicas e terroristas que venhem sucedendo-se na Venezuela".

O assesor mantivo que os explosivos usados nos ataques contra as delegaçons diplomáticas da Colômbia e Espanha em Caracas, "nom podem ser manipulados só por técnicos, senom por qualquer pessoa".

Sem negar a actividade da guerrilha na fronteira entre ambos países Otaiza afirmou que na Venezuela está funcionando "um terrorismo internacional de Estado" e considerou "importante" deter a escalada terrorista.



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