CIG convoca manifestaçons "por um novo modelo económico e social"

12 de Novembro de 2008

A central sindical nacionalista CIG convoca para amanhá manifestaçons em várias comarcas da Galiza em resposta à profunda crise em que se acha entalado o capitalismo, e cujos efeitos som cada vez mais patentes na economia e condiçons de vida da classe trabalhadora.

A reacçom sindical, morna até o momento, traz agora manifestaçons na Marinha, na Corunha, Ferrol, Lugo, Ourense, Ponte Vedra, Santiago e Vigo. A CIG critica no manifesto publicado para a ocasiom a utilizaçom de recursos públicos para a salvaçom das entidades bancárias, co-responsáveis da crise do sistema que agora pretendem "refundar" as elites económicas e políticas mundiais. A nacionalizaçom da banca e a criaçom de um Banco Público Galego som duas propostas apontadas pola CIG, junto a medidas fiscais que incrementem os impostos ligados aos produtos de luxo e aos grandes capitais.

Curiosamente, e ainda contendo críticas ao "capitalismo neoliberal", os redactores do documento da CIG "esquecem" incluir o BNG junto ao PSOE e ao PP na lista de responsáveis políticos da situaçom actual. Parecem esquecer que esse é também partido de governo na instituiçom autonómica galega, onde aplica as mesmas políticas capitalistas e neoliberais que os dous partidos espanhóis maioritários (privatizaçons e privilégios incluídos) e mesmo constituindo um sustento directo da política orçamental do governo espanhol actual.

AGIR adere à jornada de mobilizaçons estudantis

Por seu turno, o estudantado independentista organizado em AGIR adere também à jornada de luita do dia 13, convocando a participar nas diferentes mobilizaçons, dando continuidade às decorridas no passado dia 5 contra o assalto capitalista ao sistema universitário, articulado em torno do Processo de Bolonha.

Toda a informaçom está disponível no web de AGIR.

Naturalmente, a militáncia comunista de Primeira Linha estará presente, como até agora, em todas as iniciativas obreiras e da esquerda social, com umha mensagem e um objectivo claros: a tarefa nom é "refundar", e sim contribuir para afundar de vez, no mar da história, o criminoso e insustentável capitalismo.

 

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