Primeira Linha apoia manifestaçom nacional pola Palestina

16 de Janeiro de 2009
O nosso partido está entre as numerosas entidades de todo o tipo que já aderírom à convocatória deste domingo, às 12 do meio-dia, em Compostela. Reproduzimos a seguir o manifesto unitário e a listagem de colectivos apoiantes.
GALIZA COM PALESTINA, NOM AO MASSACRE!
ALAMEDA DE COMPOSTELA
DOMINGO, DIA 18 DE JANEIRO, ÀS 12:00 HORAS
A actual intervençom do exército israelita na Faixa de Gaza nom é mais do que a continuaçom da política de extermínio do povo palestiniano que o sionismo vem praticando desde que logrou que o pior imperialismo europeu e norte-americano inventasse o Estado de Israel. Estamos, mais umha vez, perante um episódio de violência indiscriminada e bárbara, umha autêntica matança, contra a populaçom civil, e contra as suas organizaçons de resistência.
Esta nom é umha guerra, nom existem exércitos enfrentados, nem igualdade de forças. Esta é umha agressom militar por parte de um Estado imperialista, armado e financiado por Norteamérica e Europa, que conta com um poderossísimo exército e ataca por terra, mar e ar um povo sem mais defesa que o heroísmo e sacrifício dos seus mal armados milicianos, e que nem sequer tem a posibilidade de fugir.
Os carrascos tenhem nome conhecido e as vítimas também, contam-se por milhares, entre as mortes e as pessoas feridas. A vulneraçom dos direitos humanos, a violaçom sistemática da legalidade internacional, dos acordos de paz e das resoluçons das Naçons Unidas tenhem um nome inequívoco: o Estado sionista de Israel.
Trata-se, portanto, de um autêntico massacre, sem escrúpulo moral algum, sem respeito pola populaçom mais indefesa, as pessoas idosas, crianças, mesmo cooperantes internacionais. Tampouco respeitam nem as mesquitas, hospitais ou mesmo escolas, as escolas das Naçons Unidas, com identificaçom oficial, com coordenadas conhecidas e transmitidas, onde estavam refugiados do horror centenas de crianças palestinianas. O sionismo nom conhece limites.
O exército e o governo israelitas, sabemo-lo bem, som peritos também na ocultaçom da verdade, contam com agentes muito poderosos. É escandaloso que manifestem que as acçons militares actuais som resposta ao lançamento de foguetes caseiros a partir de Gaza. Mentem como sempre!!! nom sabemos que Israel rompe as tréguas sistematicamente? acaso nom conhecemos a política de assassinatos selectivos das pessoas dirigentes palestinianas, praticada por Israel nos últimos anos? De destruiçom das moradas e das suas famílias?
Já conhecemos que tipo de luita é, balas contra pedras, tanques e mísseis contra a populaçom civil, ocupaçom militar dos territórios palestinos, mais colonizaçons frente aos acordos de paz.
Som centenas e milhares: as palestinianas e os palestinianos assassinados; as presas e os presos; as torturadas e os torturados nas cadeias israelitas; as mortes como conseqüência do bloqueio, as pessoas que a diário som vexadas e inspeccionadas.
Em nengum caso a morte de civis está justificada, nem a violaçom sistemática dos direitos humanos, nem a ocupaçom militar dos territórios palestinianos, nem a vulneraçom permanente das resoluçons das Naçons Unidas. O Estado de Israel nom tem credibilidade algumha. É provavelmente o Estado do mundo que mais tem violentado a legalidade internacional, negado umha soluçom política a um conflito que se dilata injustificadamente no tempo. Cada vez ficam menos pessoas no mundo que podam acreditar nas mentiras israelitas. Indigna pensar que a brutal ofensiva militar israelita actual tenha a ver com a sua própria agenda electoral. Traficar mortes por votos fai com que abominemos ainda mais o sionismo e as suas práticas.
Exigimos das instituiçons da comunidade internacional, da UE e do Estado Espanhol que obriguem Israel a deter o massacre, a cessar imediatamente todos os ataques e bombardeamentos sobre os territórios e a populaçom palestiniana, a propiciar um cessar-fogo imediato e a levantar o bloqueio de Gaza abrindo todas as passagens internacionais para que poda chegar ajuda urgente aos homens e mulheres da castigada Faixa de Gaza.
O povo galego está com o povo palestiniano, apoia e reconhece o seu direito à existência e a ter um Estado próprio, a elegir livremente a sua representaçom e que esta seja reconhecida pola comunidade internacional, incluído Hamás, e finalmente, apoia o regreso das pessoas palestinianas refugiadas aos seus lares.
O Estado espanhol, a UE, a comunidade internacional no seu conjunto, até agora cúmplices do sionismo ou passivos perante a tragédia palestiniana, tenhem a obrigaçom moral e política de impor a Israel o respeito escrupuloso polas resoluçons de Naçons Unidas, com toda a firmeza, com medidas de boicote comercial, com ruptura imediata das relaçons diplomáticas e com a expulsom da embaixada sionista. Para já, nom podemos continuar a tolerar que Israel ocupe territórios, massacre a populaçom civil palestiniana; nom podemos tolerar que se siga comprando e vendendo armas aos sionistas como está a fazer Espanha e outros estados que se sentam no Conselho de Segurança da ONU.
Galiza inteira reclama a perseguiçom jurídica nos tribunais internacionais dos criminosos israelitas, civis e militares, responsáveis por esta matança indiscriminada, um autêntico crime contra a humanidade.
E exigimos ainda:
· Que se impulsionem políticas activas de solidariedade em favor de Palestina.
· Que a Junta da Galiza se pronuncie contra Israel e a favor do povo palestiniano.
· Que se declarem a embaixada e o Governo Israelita nom gratos em todo o território galego no seu conjunto; e concelho por concelho,
· E que os meios de comunicaçom e a imprensa internacional informem com imparcialidade e nom a favor do sionismo.
ALTO A AGRESSOM!
VIVA O POVO PALESTINIANO!
VIVA PALESTINA!
ACSUR - Galiza
Adiante
AGARB
A Gentalha do Pichel
AGIR
Alternativa dos veciños de Oleiros
AMC
Arraianos
Asemblea Republicana de Vigo
Asociación Cambre, Pobo Solidario
Asociación Cultural O Galo
Asociación de Mulleres Espadela de Cercedo
Asociación Ecoloxista e Cultural de Terra de Montes "Verbo Xido" (Pontevedra)
Asociación Francisco Villamil
Asociación Galaico Árabe Jenin
Asociación Veciñal A Xuntanza
Asociación Veciñal de Esteiro Fontelonga (FERROL)
AXEMPOL
Assembleia Aberta do Local Social Baiuca Vermelha
Aturuxo
BNG
BRIGA
CC.OO de Galicia
Ciberirmandade
CIG
CIMO- Castelao
CNT
Colectivo dos Mozos Comunistas
Colexio Oficial de Psicoloxía de Galicia
Comisión pola Recuperación da Memoria Histórica de A Coruña
Comités Abertos
Comité de Defensa das Rías Altas
Concello de Oleiros
Coordinadora do Barrio de Vite – Compostela
Coordinadora de Crentes Galegos
Coordinadora Galega de ONGDs
Coordinadora Galega pola Paz
Corrente Vermella
COSAL
COSAL – Galiza
C.S. Henriqueta Outeiro
CUT
DSI
Encontro Irmandiño
Esculca
Esquerda Unida
Foro Galego de Inmigración
FPG
Fuco Buxán
Fundación Araguaney
Fundación Galiza Sempre
Galiza Nova
Galiza por Palestina
Iniciativa polos Dereitos Humanos
Isca
Judíos Antisionístas de Espanya
Marcha Mundial das Mulheres
Médicos do Mundo
A Mesa pola Normalización lingüística
Movemento pola Base
Mulheres Nacionalistas Galegas
Mundo Sen Guerras
Nós - Unidade Popular
OSPAAAL-GALICIA
Partido Comunista dos Pobos de España
PCG
PCPG
Partido Humanista de Galicia
Pen Clube de Galicia
Plataforma Alternativa Pola Esquerda
Primeira Linha
Redes Escarlata
Seminario Galego de Educación para a Paz
Sindicato de Estudantes
Sindicato Labrego Galego
Sindicato de Traballadoras e Traballadores do Ensino de Galiza
Socialismo Libertario
Solidariedade Internacional
UXT Galicia
Viraventos