Preparam-se mais medidas antiobreiras no mercado laboral galego

16 de Janeiro de 2009

Novas empresas anunciam medidas contra os quadros de pessoal como forma de salvar os benefícios durante o período de crise sistémica que vivemos. É o caso da multinacional Citröen, que já advertiu que irá eliminar os 900 postos de trabalho eventual na factoria de Vigo, umha reduçom importante que afectará de maneira subsidiária às empresas dependentes da actividade produtiva da mesma. Também serám suprimidos turnos como o de noite, estando em estudo a apresentaçom de um ERE (Expediente de Regulaçom de Emprego). Citröen prevê a queda em 30% das vendas dos seus automóveis para o actual ano.

Nom é o único caso. Martinsa-Fadesa já está a negociar com os sindicatos um novo ERE, que afectará 60 por cento dos actuais 490 empregados e empregadas, reduzindo o quadro de pessoal a 600, 280 menos que os 880 que a imobiliária, em situaçom de concurso de acredores na actualidade, tinha a inícios de 2008.

Outros conflitos estendem-se um pouco por todo o país: a antiga Valeo (Cableados Auto) no Porrinho, pola recolocaçom e conservaçom dos 92 trabalhadoras e trabalhadores da factoria; Astrazeneca, na mesma localidade, pola ameaça de fecho da empresa, de 113 trabalhadores e trabalhadoras; Eshor, do sector da construçom e sede em Fene, com um ERE já apresentado e anulado pola administraçom, dado o seu carácter fraudulento; Alcoa (multinacional do alumínio), cuja direcçom anunciou reduçons de quadros de pessoal, embora ainda nom haja constáncia de que vaiam afectar as factorias galegas da Corunha e Lugo; etc.

 

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