Posiçom da FPLP perante os massacres sionistas: agora é o momento da unidade e da resistência

3 de Janeiro de 2009

Reproduzimos o texto difundido pola Frente Popular pola Libertaçom da Palestina (FPLP), organizaçom marxista da resistência nacional palestiniana, nestes duros momentos em que o terrorismo de estado sionista assassina às centenas a populaçom civil da Faixa de Gaza.

Massacres em Gaza assassinam por volta das 422 pessoas, agora é o momento da unidade e da resistência

Por volta das 422 vítimas mortais em Gaza e 2.100 feridos numha série de massacres e crimes cometidos polo ocupante sionista contra a populaçom palestiniana em Gaza en a 27 de Dezembro de 2008. O ocupante lançou dúzias de mísseis de helicópteros Apache e de avions F-16 contra dúzias de edifícios do governo de Gaza, directamente contra o coraçom de um bairro residencial densamente povoado e no momento em que o professorado e o alunado se dirigiam à escola.

As Demostracións romperon fóra de durante o Banco de Oeste e o mundo árabe en protesta e indignar na brutalidade e a natureza destes delitos masivos.

A Frente Popular para a Libertaçom da Palestina emitiu umha declaraçom que pede a resistência mais ampla para afrontar esta agressom contra o povo palestiniano e para responder a estes massacres, e para a unidade da resistência, e a unidade do povo palestiniano, para responder ao ocupante com resistência, fortaleza e firmeza apesar dos seus brutais delitos. A declaraçom sublinhou a necessidade urgente da unidade nacional imediata para afrontar os delitos contra o nosso povo e para responder ao ocupante e a sua brutalidade com a resistência imensa e unificada que consiga sacudir os seus alicerces.

A declaraçom da PFLP apelou a todas forças de resistência para nos unirmos agora e estabelecermos umha frente de resistência unificada para coordenar e responder ao desafío destes ataques contra o nosso povo. Assinalou a responsabilidade dos Estados Unidos em relaçom a estes ataques, como sócio estratégico do ocupante, que trabalha cotovelo com cotovelo nos seus massacres e delitos contra o povo palestiniano, e como fonte fornecedora das armas utilizadas polo ocupante contra o nosso povo. Também assinalamos a cumplicidade dos regimes árabes nestes delitos, particularmente o regime egípcio, polo seu envolvimento activo no bloqueio e assédio do povo palestiniano em Gaza e polas suas reunions e conversas com o ocupante sobre os seus planos para Gaza. Estes massacres estám a ter lugar devido ao silêncio árabe e internacional e à cumplicidade activa de todos eles.

A PFLP pede o fin imediato de todas as negociaçons com este brutal ocupante que prepara massacres contra o nosso povo e propom que se se as negociaçons nom concluírem imediatamente, Abu Mazen deve demitir-se já. A natureza do inimigo sionista e a sua dedicaçom à erradicaçom do povo palestiniano despedia e clara através desta série de ataques, calculados para causar o máximo dano e custo humano. Durante os passados sessenta anos, existe umha historia continuada de massacres e crimes contra o nosso povo e este massacre de hoje é ainda mais umha expressom da natureza do Estado colonial ilegítimo implantado na pátria palestiniana e continua a subsistir com o apoio dos EUA através de massacres e crimes contra o povo palestiniano.

A declaraçom concluiu com um apelo a todos os seus luitadores e grupos militares para responder com as acçons mais fortes e para resistir a ocupaçom e os seus massacres por todos os métodos e formas de acçom e resistência, e pedindo a solidariedade mais ampla no ámbito árabe e internacional, para o povo sair às ruas, manifestar-se, marchar, e declarar na prática que estes massacres e crimes som inaceitáveis, que o povo árabe e o mundo estám com a Palestina e o povo palestiniano, e que nom deixarám que os crimes continuem nem permitirám o silêncio ou o envolvimento dos regimes árabes e internacionais na sua cumplicidade com os crimes ocupantes.

O povo palestiniano responderá a estes massacres com firmeza, força, unidade e resistência e todo os crimes, massacres, aniquliamento de civis, de bairros residenciais, de estudantes e profesores fracassarám na tentatriva de esmagar a resistência do nosso povo; tal e como a declaraçom afirma, todo isso só assegurará a unidade palestiniana para afrontar esta brutalidade que deixa à vista a verdadeira cara do ocupante perante o mundo.

 

 

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