Galiza Nom Se Vende denuncia continuísmo nas políticas ambientais

14 de Novembro de 2008

Membros da plataforma Galiza Nom Se Vende ocupárom ontem sedes das administraçons públicas em diferentes pontos da Galiza para protestar pola falta de mudanças substanciais nas políticas ambientais dos diferentes governos, nomeadamente o da Junta da Galiza, seis anos depois da catástrofe socioambiental derivada do afundamento do Prestige.

Numha jornada em que, ao contrário de outros anos, ninguém falou em nome da desaparecida Plataforma Nunca Mais, correspondeu a Galiza Nom Se Vende, surgida no último ano fruto da coordenaçom das luitas comarcais concretas de natureza ambientalista e urbanística, denunciar a falta de medidas para que um novo Prestige aconteça no mar da Galiza. Além disso, o protesto pola existência de numerosos projectos agressivos com o meio, com as pessoas e com um urbanismo ordenado e sustentável também estivo na base da convocatória de ontem.

Sob a palavra de ordem “Governe quem governe. Galiza nom se vende”, fôrom ocupados edifícios públicos como as Cámaras Municipais de Ferrol e de Mugardos, a Conselharia do Ambiente em Compostela, o edifício administrativo da Junta em Monelos, na Corunha, a Cámara Municipal de Ribadávia e a sede administrativa da Junta da Galiza em Vigo. Nesta última, produziu-se umha agressom policial às pessoas ocupantes, sendo detidas duas delas por elementos da polícia espanhola.

 

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