Estado espanhol mantém perseguiçom das ideias independentistas bascas

23 de Janeiro de 2009

A tentativa do importante segmento social independentista basco para participar nas eleiçons convocadas para 1 de Março nas três províncias da Comunidade Autónoma Basca foi contestada de maneira inequívoca polo Estado espanhol: a sua polícia detivo oito pessoas acusadas de actividades tam "perigosas" como recolher assinaturas, integrar umha candidatura eleitoral ou fazer trabalho político apesar das proibiçons da Lei de partidos.

A Espanha bourbónica nom deixa de superar as suas habituais barbaridades antidemocráticas com outras ainda maiores. Com a escusa de procurar umhas inexistentes "armas e explosivos", fardados espanhóis assaltárom numerosas vivendas na passada noite, detendo conhecidas militantes da esquerda abertzale.

A escandalosa perseguiçom política das ideias independentistas continua. O mesmo governo que deu carta branca aos seus amigos sionistas para assassinar civis palestinianos e palestinianas nas últimas semanas utiliza agora o argumento "antiterroristas" para impedir que o povo basco poda participar nas eleiçons pluralistas ao Parlamento autónomo.

Entretanto, na Galiza, só NÓS-Unidade Popular denunciou até agora esta nova manobra antidemocrática de Garzón e do governo do PSOE. O BNG está demasiado ocupado tentando enganar os galegos e as galegas com vídeos promocionais que apresentam o actual vice-presidente da Junta como um novo Espartacus.

Na verdade, mais do que o líder dos escravos romanos, polo seu aspecto e sobretodo pola sua linha política, Anxo Quitana lembra mais aquele ministro da defesa alemám de nome Gustav Noske, social-democrata executor em 1919 de Rosa Luxemburg e de Karl Liebknecht, líderes da esquerda revolucionária espartaquista naquele país.

 

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