O presidente do Supremo Tribunal espanhol considera que franco era Franco "um homem sensível à justiça"

20 de Setembro de 2008

Nom esperávamos outra cousa, mas nom deixa de produzir um desacougo interior comprovar as simpatias políticas do presidente do Supremo Tribunal espanhol, responsável pola ilegalizaçom consecutiva de dous partidos políticos, umha organizaçom de massas pró-amnistia e pola condena a 200 anos de 21 bascos e bascas em só três dias desta mesma semana.

E nom o di a esquerda abertzale, nem o dizemos nós. Di-o outro senhor de direita, mas nom franquista, militante do Partido Nacionalista Basco, ex-deputado e ex-porta-voz desse Grupo no Congresso espanhol: Iñaki Anasagasti, que durante bastantes anos mantivo intenso relacionamento com os ambientes institucionais da capital espanhola.

Segundo afirma no seu blogue o referido político, o presidente do Supremo Tribunal espanhol, Fernando Hernando, dixo-lhe "no seu gabinete que Franco fora um homem sensível à justiça" (sic). Entende-se assim a 'sensibilidade' que a justiça espanhola está a ter na perseguiçom de todo o que puger em questom o statu quo político: independentistas, antimonárquicos, comunistas, okupas e outros sectores que se atrevem a existir no reino bourbónico herdeiro de Franco estám a sofrer semelhante 'sensibilidade' à que o franquismo utilizou durante décadas contra os povos que dominava.

Agora mandam os que o consideravam, e ainda o consideram, 'um homem sensível à justiça'.

 

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