Mais denúncias por torturas contra a Guarda Civil espanhola

29 de Agosto de 2008

Dous militantes independentistas bascos, Luis Goñi e Xabier Sagardoi, detidos e incomunicados durante 5 dias pola Guarda Civil espanhola 'acusados' de pertencerem à entidade juvenil Segi, denunciárom torturas praticadas polos militares espanhóis durante o tempo de detençom incomunicada.

De olhos tapados durante os cinco dias completos, os militantes bascos denunciárom ter sofrido a tortura do saco de plástico na cabeça em "numerosas ocasions", bem como as ameaças de aplicaçom de eléctrodos, além de pressom psicológica mediante mentiras sobre inexistentes detençons de familiares.

Após cinco dias sem notícias deles, finalmente fôrom conduzidos à prisom madrilena de Soto del Real, sem que se saiba que vaia ser tomada algumha medida especial de investigaçom polas graves denúncias dos dous detidos.

A falta de garantias estende-se ao desconhecimento sobre as imputaçons concretas, além da pertença a Segi, entidade juvenil ilegalizada em aplicaçom da antidemocrática Lei de Partidos, e uns supostos e genéricos "estragos" e "danos terroristas".

Há que lembrar mais umha vez as denúncias que cada ano realizam organismos nom governamentais internacionais, incluída Amnistia Internacional, sobre a falta de garantias para os detidos e a contrastada prática de maus tratos e torturas a detidos e detidas nas esquadras e prisons espanholas.

A absoluta incomunicaçom durante cinco dias, em maos dos polícias ou guardas civis, bem como a falta de controlos nas instalaçons de detençom, é o melhor jeito de garantir a impunidade com que costumam actuar as forças repressivas espanholas.

 

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