O imperialismo espanhol, tocado
30 de Novembro de 2003

Responsáveis do Centro Nacional de Inteligência espanhol (CNI) reconhecêrom que a resistência patriótica golpeou o "cérebro militar" espanhol presente no Iraque. Também que a guerrilha iraquiana conta com umha importante formaçom e infraestrutura, que permitiu no caso dos agentes imperialistas espanhóis serem localizados, identificados e atacados com grande efectividade apesar de nom levarem fardas nem quaisquer identificativos militares. Entre os mortos, encontra-se o que era máximo responsável do CNI espanhol no Iraque. Todos eram oficiais ou suboficiais.

Por seu turno, o presidente espanhol saiu já nos meios de comunicaçom dizendo que as tropas espanholas estám no Iraque "para libertar o povo iraquiano", reduzindo a simples terrorismo o levante popular de um povo contra a imposiçom da ditadura militar estrangeira, de que o exército espanhol fai parte, após a destruiçom do país por meio de umha guerra em que o imperialismo causou milhares de vítimas inocentes.

Aznar afirmou que nom abandonarám o Iraque, "como fam as naçons sérias", e que Espanha é "umha naçom forte" que deve manter a sua unidade "mais intensamente do que nunca". Um discurso intransigente e patrioteiro que os povos submetidos polo Estado espanhol conhecemos já de velho nos dirigentes do regime espanhol.

Também o PSOE afirmou o seu "apoio incondicional às forças armadas" por cima de qualquer análise política, o que situa nos seus justos termos a suposta "oposiçom" do PSOE à guerra imperialista, como mero teatro eleitoral que na hora da verdade alinea esse partido com a estratégia bélica e de rapina de Bush, Blair e Aznar.

O CNI é o organismo de inteligência ou serviços secretos espanhóis. Substitui o CSID, implicado em labores de guerra suja contra movimentos de libertaçom nacional como o basco e o canário, e contra outras organizaçons anti-sistema. O CNI conta segundo meios oficiais com uns 2.000 membros, metade dos quais militares.

Os imperialistas japoneses e ianques tivérom também baixas no sábado no Iraque. Dous agentes diplomáticos japoneses e dous soldados norte-americanos morrêrom sob o fogo da resistência.

Morrem sete membros dos serviços secretos espanhóis no Iraque (+...)

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O povo iraquiano celebra cada acçom da sua guerrilha. Aqui vemos os restos de um dos veículos espanhóis e a alegria de um grupo de iraquian@s