A Uniom Europeia obtinha lucros de 400 milhons de dólares no intercámbio desigual com Cuba

24 de Dezembro de 2003

Fidel Castro, presidente da Républica de Cuba, afirmou que a Ilha das Caraíbas nom precisa da chamada "ajuda humanitária" da Uniom Europeia, e que esta supunha nada mais que "umha mentira desenvergonhada, que tinha, além disso, o carácter de esmola". O líder da Revoluçom cubana, num acto realizado em 5 de Dezembro passado, na cidade de Cárdenas, por ocasiom do 10º aniversário de Elián González, deu a conhecer que Cuba comprava à UE mercadorias por valor de 1’5 bilhons de dólares, enquanto a UE só comprava a Cuba por valor de 500 milhons de dólares. "Calculando conservadoramente, os lucros que obtinham através do intercámbio desigual, recebiam de Cuba, aproximadamente, 400 milhons de dólares", assegurou.

Esta "ajuda humanitária" que os governos europeus, cúmplices dos Estados Unidos nas suas agressons contra Cuba, ameaçárom com suspender, explicou Fidel Castro, "com a qual eles tentam lavar as suas sujas consciências depois de tantos séculos que levam saqueando o mundo e continuam a fazê-lo, nós recebíamo-la por educaçom, por cortesia, e nom precisamos de nengumha ajuda para fazer todo o que temos feito". Explicou que, enquanto esta ajuda era discutida, aqueles que a discutiam "se hospedavam nos melhores hotéis, viajavam nas melhores companhias aéreas, grande parte do dinheiro era investido nisso e aliás, decidiam o que se devia fazer com a ajuda e como havia que fazê-lo".


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