Precariedade de escándalo na juventude galega, e cada vez mais desempregad@s de longa duraçom

24 de Janeiro de 2004

Os dados do Inquérito de Populaçom Activa (em espanhol, EPA) achegam novos dados sobre o estado do emprego na Galiza. Entre eles, sabemos já que 65% dos jovens e as jovens galegas contratadas, com menos de 25 anos, trabalham com um contrato a prazo. Os salários que recebem por esses trabalhos precários som 48% inferiores à média dos salários das galegas e galegos com trabalho estável e contrato sem termo.

Um outro dado de interesse para percebermos a situaçom do mercado laboral galego é o do aumento de 21% na percentagem de desempregad@s de longa duraçom durante 2003. Em concreto, passou-se de 59.630 a 72.010 pessoas que levam mais de doze meses no desemprego, representando já 45'80 % do total de desempregad@s galeg@s, 157.220 pessoas.

Trata-se de umha percentagem superior à média do Estado espanhol, que fica em 40'2 %, e à média europeia, de 41'04%, segundo dados do Instituto de Estudos Económicos. Contodo, no conjunto de estados da OCDE registou-se um aumento do desemprego de longa duraçom.

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