Um polícia espanhol mata a tiros um cidadao basco que recusou colocar na sua loja um cartaz com a legenda "ETA nom"

13 de Março de 2004

Um polícia espanhol matou hoje ao meio-dia a tiros um homem em Iruñea, capital de Nafarroa, ao ter-se este negado a colocar um cartaz com a legenda "ETA NOM" na montra da sua loja de alimentaçom. O polícia disparou até quatro vezes sobre Ángel Berroeta, pai de dous filhos e proprietário de umha padaria no bairro pamplonês de Sam Joám.

Diversas testemunhas relatárom que a mulher do polícia requereu ao padeiro que colocasse um crespom no seu local comercial. Tendo recusado o cidadao basco fazê-lo, a mulher iria para casa, aparecendo no local pouco depois o seu marido, polícia, que disparou repetidamente contra Ángel Berroeta, fazendo-lhe um grande buraco no peito. O cidadao basco acabou morrendo caminho do hospital. O falecido participava na actividade social de apoio aos presos e presas políticas bascas na entidade Gorusoak, segundo informa o diário Gara.

Conhecidos do falecido e outras pessoas tentárom protestar polo acontecido no local do crime, colocando umha bandeira basca com um crespom negro. A Polícia espanhola nom o permitiu, carregando contra os concentrados e arrancando a ikurriña.

Continua, como vemos, dando frutos a campanha de linchamento do Partido Popular e restantes partidos, meios de comunicaçom e instituiçons do Regime espanhol contra o independentismo basco. Todos eles, e nom só o Partido Popular, tenhem parte de responsabilidade na actuaçom das suas forças repressivas, que agitadas polas intoxicaçons e continuas mensagens anti-independentistas, acabam de pôr em evidência aonde conduz a estratégia "constitucionalista" dos que dim representar a "democracia espanhola".

As televisons, que alternam vídeos dos ataques do 11-M com a projecçom de filmes, estám a ocultar por enquanto este acontecimento, talvez por medo a interromper a "reflexom" da populaçom do Estado.

 

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