Loucura imperialista continua a provocar dúzias de mortes por dia no Iraque e a Palestina

12 de Maio de 2004

Resulta difícil acompanhar o contínuo gotejar de mortes nos dous países do Oriente Médio em que os imperialismos norte-americano e sionista pisam a fundo o acelerador da repressom genocida contra os povos iraquiano e palestiniano.

Na Palestina, só entre o dia 28 de Março e o 27 de Abril, o número de palestinianos assassinados polo exército israelita atingiu a cifra de 61. Deles, 22 fôrom crianças, mas o ritmo de aniquilamento de pessoas e bens nos territórios ocupados é crescente, sem que instituiçons multinacionais ditas "democráticas" mexam um dedo para deter a ofensiva assassina do sionismo.

A precária autodefesa da resistência palestiniana, com pedras e armas ligeiras e bombas artesanais, nom consegue evitar que a poderosa maquinaria sionista assassine impunemente o povo com tanques, helicópteros e todo o tipo de armamento tecnologicamente ponteiro. Apesar de o número de vítimas palestinianas multiplicar várias vezes o de isralitas, a linguagem "politicamente correcta" continua a falar de "terroristas" para definir essa desesperada autodefesa de um povo que resiste como pode ante o fascismo imperialista do sionismo, disposto a tomar posse da terra palestiniana a qualquer preço. Todos os dias há novas vítimas mortais e feridos e feridas civis sem conta do bando palestiniano.

No caso iraquiano, torna impossível fazer contagem diária das acçons armadas, agressons militares, torturas e todo o tipo de violência institucional por parte da ditadura militar anglo-norte-americana contra o Iraque. No entanto, aí a resistência está sem dúvida a levar a melhor, crescendo de dia para dia a eficácia e alcance das acçons de resposta contra as forças invasoras do país.

Após a trascendência pública das terríveis torturas, violaçons e maus tratos a pres@s nas prisons do imperialismo no Iraque, ontem mesmo todo o mundo pudo ver nos ecráns a resposta da resistência: um norte-americano, seguramente um dos milhares de mercenários que participam na destruiçom do país e genocídio do seu povo, foi degolado ante as cámaras. Os seus executores confirmárom tratar-se da resposta à política de extermínio dos ocupantes nos cárceres do Iraque. O estado-unidense, vestido com um fato semelhante ao que vestem os presos de Guantánamo, acabou sendo também decapitado com umha grande faca ante as cámaras de televisom.

A derrota do imperialismo semelha inevitável mas, tal como no Vietnám, a máquina genocida norte-americana nega a realidade da sua derrota e teima em aprofundar a estratégia do sofrimento contra o corajoso povo iraquiano. Porém, cada vez torna mais difícil ocultar a enorme derrota impingida aos invasores pola resistência iraquiana: dúzias de acçons armadas a diário em todo o país, infiltraçom de guerrilheiros nas fileiras da polícia neo-colonial iraquiana, destruiçom de oleodutos e cortes no espólio do crude, mais e mais caixons com cadáveres de soldados e mercenários ianques de volta a casa...

A vitória iraquiana é já um facto e quanto mais demorarem os EUA a assumi-lo, mais responsabilidades contraem no genocídio de um povo e devastaçom de um país.

 

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Com fato cor de laranja semelhante aos de Guantánamo, membro das forças ocupantes do Iraque instantes antes de ser degolado e decapitado ante as cámaras de TV em resposta às torturas a pres@s iraquian@s nas prisons coloniais