Apoio histórico e explícito dos EUA à criminosa política sionista contra o povo palestiniano

16 de Abril de 2004

Era umha evidência o apoio "discreto" do imperialismo ianque à política sionista de ocupaçom de terras e extermínio do povo palestiniano, no caminho de o obrigar a ceder de vez o seu território ao Estado expansionário israelita. Porém, nestes dias tivemos umha novidade histórica e simbólica desse apoio, que agora torna explícito: Bush reconheceu a propriedade israelita dos territórios ocupados em 1949 contra a legislaçom internacional, ao tempo que negou o elementar direito d@s refugiad@s palestinianos a retornar à sua pátria.

Para além do anterior, George W. Bush e a extrema direita governante na Casa Branca apoia a construçom do Muro do Apartheid com que o sionismo está a isolar a populaçom palestiniana atrás de um muro de betom armado de vários metros de altura, eufemisticamente chamada "vedaçom de segurança".

Em definitivo, os EUA outorgam a Israel o "direito" a anexar parte da Cisjordánia. Bush realizou tais declaraçons em companhia do assassino e corrupto Ariel Sharon, na própria Casa Branca. Por sua vez, a Autoridade Nacional Palestiniana avaliou as palavras dos dous líderes imperialistas como "a destruiçom do processo de paz".

Bush acompanhou as palavras de apoio ao genocida sionismo com exigências à ANP para que "luite contra o terrorismo", em alusom à resistência nacional palestiniana, ao tempo que definiu como "histórico e valente" o projecto "pacificador" de Sharon.

O importante lobby sionista norte-americano vê assim como o presidente dos EUA se compromete com a estratégia imperialista israelita em plena pré-campanha eleitoral. Frente às farsas negociadoras protagonizadas pola ANP, a realidade impom-se mais umha vez em forma de confirmaçom das teses da resistência palestiniana que aposta pola luita sem trégua contra o imperialismo sionista.

 

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